Promoção: “A festa da insignificância”

Foram mais de dez anos sem um novo romance de Milan Kundera, autor de A insustentável leveza do ser. Agora, no Brasil, lançamos o seu último livro, A festa da insignificância, em uma edição limitada especial para marcar a volta de Kundera para a ficção.

No romance, ele coloca em cena quatro amigos parisienses que vivem numa deriva inócua, característica de uma existência contemporânea esvaziada de sentido. Eles passeiam pelos jardins de Luxemburgo, se encontram numa festa sinistra, constatam que as novas gerações já se esqueceram de quem era Stálin, perguntam-se o que está por trás de uma sociedade que, em vez dos seios ou das pernas, coloca o umbigo no centro do erotismo. Na forma de uma fuga com variações sobre um mesmo tema, Kundera transita com naturalidade entre a Paris de hoje em dia e a União Soviética de outrora, propondo um paralelo entre essas duas épocas.

Vamos sortear entre nossos leitores um kit com o box de livros de Milan Kundera e um exemplar de A festa da insignificância. Para participar, é só comentar nesse post até o dia 4 de agosto qual livro de Milan Kundera você mais quer ler. O resultado será divulgado aqui no blog no dia 5.

O kit contém exemplares dos seguintes livros:

- A festa da insignificância

- A insustentável leveza do ser

- Risíveis amores

- A identidade

- A lentidão

- A brincadeira

 

Participe e boa sorte!

 

A Flip está chegando!

Falta pouco para o início de mais uma edição da Festa Literária Internacional de Paraty! Para você não perder nada do evento, que também será transmitido pela internet, organizamos a programação dos autores da Companhia das Letras na Tenda dos Autores, Flipinha, FlipZona e também nos demais eventos paralelos à Flip.

O blog também terá várias novidades para a festa que divulgaremos em breve. Você já pode sentir um gostinho das homenagens a Millôr Fernandes no vídeo acima, com depoimentos de Jô Soares, Luis Fernando Verissimo e Antonio Prata. Enquanto isso, conheça os nossos autores com o e-book aperitivo da Flip.

Confira a programação!

PROGRAMAÇÃO PRINCIPAL:

Quinta-feira, dia 31 de julho:
12h – Mesa “Poesia & Prosa”, com Charles Peixoto, Eliane Brum e Gregorio Duvivier.
21h30 – Mesa “Porque era ele, porque era eu”, com Mathieu Lindon e Silviano Santiago.

Sexta-feira, dia 1 de agosto:
17h15 – Mesa “Livre como um táxi”, com Antonio Prata e Mohsin Hamid.
19h30 – Mesa “Encontro com Andrew Solomon“.

Sábado, dia 2 de agosto:
15h – Mesa “A verdadeira história do Paraíso”, com Etgar Keret e Juan Villoro.

Domingo, dia 3 de agosto:
12h – Mesa “Romance em dois atos”, com Daniel Alarcón e Fernanda Torres.
16h – Mesa “Livro de cabeceira”, com Andrew Solomon, Eduardo Viveiros de Castro, Etgar Keret, Fernanda Torres, Graciela Machkofsky, Joël Dicker, Juan Villoro e Marcelo Rubens Paiva.

FLIPINHA:

Quinta-feira, dia 31 de julho:
8h30 – “A ilustração ontem e hoje”, com Daniel Kondo, Mario Bag e Nelson Cruz (Casa da Cultura).
9h – “Como se conta uma história”, com Augusto Pessôa e Rosana Rios, mediação de Patricia Saravy (Tenda da Flipinha).
10h – “Encontro com o autor”, com Socorro Acioli (Biblioteca Casa Azul).
13h30 –  ”A arte de escrever”, com Luis Dill e Socorro Acioli (Tenda da Flipinha).

Sexta-feira, dia 1 de agosto:
9h – “A música e a literatura”, com Bianca Bedran e Marilda Castanha (Tenda da Flipinha).

FLIPZONA:

Quarta-feira, dia 30 de julho:
8h30 – “Roteiros, roteiros e mais documentários”, com Antonio Prata e Eliane Brum (Casa da Cultura).
10h30 – “Jogos e mistérios”, com Rosana Rios (Casa da Cultura).

Sexta-feira, dia 31 de julho:
10h30 – “A construção da imagem e do texto”, com Luis Dill e Mario Bag (Casa da Cultura).

CASA DA FOLHA:

Quinta-feira, 31 de julho:
10h30 – “Sexualidade, felicidade e auto-exílio”, com Alexandre Vidal Porto e Silviano Santiago.
14h30 – “Humor, poesia, infância e amizade”, com Antonio Prata e Tati Bernardi.
17h – “As mulheres extraordinárias de Xico Sá”, com Xico Sá.

Sexta-feira, dia 1 de agosto:
10h30 – “Desejo, obediência e rebeldia”, com Contardo Calligaris.

SESC:

Quinta-feira, dia 31 de julho:
18h30 – “50 pós 64: umas histórias”, com Chacal, Roberto Bozzetti e Eugênia Zerbini, mediação de Flavia Tebaldi.

Sábado, dia 2 de agosto:
10h – “Do amor e outros banquetes”, com Lucia Bettencourt, Marcelo Moutinho e Socorro Acioli, mediação de Maria José Gomes Duarte.
12h – “Crimes e Castigos”, com Luisa Geisler, Mauricio de Almeida e Raphael Montes, mediação de Henrique Rodrigues.

Domingo, dia 3 de agosto:
12h – “Mentiras sinceras”, com Sergio Leo, Sergio Tavares e Simone Campos, mediação de Daniel Ferenczi.

CASA DO IMS:

Quinta-feira, dia 31 de julho:
16h – Gregorio Duvivier
17h – Antonio Prata

Sábado, dia 2 de agosto:
19h – Juan Villoro

Ódio mortal

Por Júlia Moritz Schwarcz


Mais uma onda de embates entre israelenses e palestinos, que dessa vez assume o tamanho e o nome de guerra. Com o evento chegam as notícias, os artigos, os posts no Facebook, as fotos das crianças machucadas. Olhando pra tudo isso, repito uma frase pra mim mesma quase sem perceber. Por que tanto ódio? Mas por que tanto ódio? Há muitas questões políticas em jogo, mas o que ressoa com mais força é mesmo o aspecto humano. O ódio milenar que move essas pessoas a sequestrarem, matarem e queimarem uns aos outros.

Tenho me lembrado constantemente de um livro que editei há um ano e pouco, chamado Uma garrafa no mar de Gaza, de Valérie Zenatti (tradução de Julia Simões). Nele, uma israelense de 17 anos chamada Tal escuta uma bomba explodindo no café ao lado da sua casa. Em mais um atentado morrem seis pessoas, entre elas uma garota que se casaria em poucos dias. Enquanto a mãe de Tal corre para pegar o celular e ao mesmo tempo ligar a TV e o computador (como faz nos recorrentes atos de terrorismo que se sucedem no dia a dia), Tal toma um copo de vodka com limão e vai dormir, bastante perturbada com toda a situação. No dia seguinte, no meio de uma aula de biologia, ela acaba escrevendo uma carta para um palestino, movida por essa mesma pergunta que fica martelando na minha cabeça. “Cresci com a ideia de que entre os palestinos e nós poderia haver outra coisa além de corpos dilacerados, sangue e ódio”, ela diz a certa altura. Tal quer entender como um palestino se sente frente a essa situação, e como tem um irmão que é enfermeiro militar servindo perto de Gaza, coloca a carta em uma garrafa e pede para que ela seja jogada no mar. Na carta, indica um endereço de e-mail para poder receber uma resposta. Ela vem, assinada por um tal de Gazaman, e dá início a uma longa troca de ideias entre os dois.

Desconfortável, é claro, diante desse conflito sem fim no Oriente Médio, me sentindo bem idiota frente a qualquer posicionamento que eu possa tomar, fui reler o livro e me comovi mais uma vez com muitas coisas que são ditas ali. A primeira carta de Tal é bem sensível e real, por isso pensei em compartilhá-la aqui. Quem sabe ela também ecoe dentro de você.

* * *

Prezado você,

Se um dia ler esta carta, já saberá algumas coisas sobre mim. Você conhecerá meu nome, minha idade, a profissão de meu pai, o nome de minha melhor amiga e até mesmo o sobrenome de meu professor de história.

De minha parte, ignoro tudo sobre você.

Imagino que você tenha longos cabelos escuros, olhos castanhos e — não sei por quê — um ar sonhador.

Imagino que você fique triste com frequência.

Imagino que você tenha a mesma idade que eu, mas não sei se, aos dezessete anos, você se sente muito velha ou muito jovem.

Imagino que as batidas de seu coração às vezes se acelerem, por quem?

Imagino que você se pergunte, como eu, quem você será em dez anos, e que você não consiga ver nada com muita clareza.

Imagino que você tenha irmãos que a incomodem, mas que você, mesmo assim, os ame.

Sabe, comecei a escrever essas páginas logo depois do atentado que ocorreu perto de casa. Ainda hoje ouço o terrível “bum” e não fico nem uma hora sem ver o rosto sorridente e os cabelos lisos da moça que iria casar.

Você com certeza deve saber que, quando há um atentado, todo mundo se pergunta como os palestinos podem fazer isso, matar inocentes. Eu também me fiz essa pergunta várias vezes.

Então pensei que não tinha sentido nenhum dizer “os palestinos”. Porque aí, como aqui, necessariamente existem gordos e magros, ricos e pobres, bons e maus.

Sinto muito medo e muita esperança ao escrever para você. Nunca escrevi uma carta para alguém que não conhecesse. Dá uma sensação estranha. Não tenho certeza de estar conseguindo dizer o que quero.

Talvez você rasgue esta carta e as páginas anteriores. Talvez você só sinta ódio ao ouvir o nome Israel. Talvez você zombe de mim. Ou talvez você simplesmente não exista.

Mas, se esta carta tiver a sorte de encontrar você, se você tiver paciência de lê-la até o fim, se você pensar como eu, que precisamos aprender a nos conhecer, por mil bons motivos, a começar por nossas vidas, que queremos construir em meio à paz porque somos jovens, então me responda.

Não sei mais o que dizer, não sei se o que estou fazendo é bom ou ruim, loucura ou simplesmente excentricidade, útil ou inútil.

Vou colocar estas folhas dentro de uma garrafa, a que bebemos no dia 13 de setembro de 1993. Papai e mamãe a guardavam como recordação daquele grande acontecimento, mas azar, direi a eles que a quebrei.

Entregarei a garrafa a Eytan. Confio nele: ele não dirá nada a ninguém. E ele fará o que eu pedir: jogará a garrafa no mar, onde você mora, em Gaza.

Claro que se Efrat soubesse de tudo isso ela me diria que uma garrafa ao mar não é um meio de comunicação no mundo moderno, que estou vivendo num filme. E eu responderia que, justamente: quero fazer cinema. Mas tenho a ideia de que, para fazer filmes, é preciso primeiro conhecer bem a realidade.

Não sei se o correio funciona direito entre os territórios palestinos e nós, se há censura. Então vou passar para você um endereço eletrônico que criei especialmente para você: bakbuk@hotmail.com.

Pronto, espero que você me responda. É um pouco banal isso, mas é a verdade: realmente espero.

Saudações,

Tal

* * * * *

Júlia Moritz Schwarcz é editora do selo Companhia das Letrinhas e publisher da Editora Seguinte.

Dois episódios acerca de intolerância e flores

Por Joca Reiners Terron


Arquivo pessoal do autor.

“Todo homem traz consigo a inteira humana condição
MONTAIGNE

Existem escritores certamente mais privilegiados, que observam pássaros e caçam borboletas; já eu estou condenado a observar mendigos.

Em uma crônica de 1957 publicada no France-Observateur, Marguerite Duras relata a seguinte história: estava em um cruzamento de Paris quando surgiu, vindo do mercado, um jovem argelino. Carregava um cesto de flores nas mãos. O rapaz pretendia vender as flores na esquina seguinte, quando surgiram dois policiais. Pediram documentos, que o clandestino não pôde apresentar. Um policial arrebentou a cesta, e as flores se espalharam pela calçada. Sem querer danificá-las, os passantes se desviaram delas. Uma senhora parabenizou os policiais por reprimirem “aquela escória”. Então outras mulheres que tudo acompanhavam passaram a recolher as flores da calçada e a pagar o rapaz. Faziam um buquê, pagavam-no, iam embora. A cena foi rápida, e só depois os policiais — perplexos — levaram o argelino para a delegacia. Não restou sequer uma flor sobre a calçada.

Aperte o botão FF do controle remoto e adiante o filme uns cinquenta e cinco anos: estamos no meu bairro, região central de Necrópolis, Brasil. Na esquina está o Assombração. É um mendigo, eu o apelidei assim. Ele vive na porta de casa há mais ou menos um ano e meio. Quando veio parar aqui, fiz a seguinte nota mental:

Na minha rua vive um mendigo
que tudo pede apesar de mudo: é um pidão.
Apelidei-o, já lhes digo, “Assombração”.

Era para ser um poema, mas após a terceira linha fiquei mudo tal qual minha musa rueira; na verdade se tornou impossível pensar com a barulhada do Assombração na vizinhança: surdo-mudo a quem a vida não deu nada, a não ser o direito de usar sons guturais para exigir o mínimo dos passantes; um prato de comida, roupa, dinheiro, migalha de atenção, qualquer coisa; voz já não tem, o que dizer?

De início pensei que fosse louco. Era viciado em crack, com certeza, sumia de vez em quando e dias depois aparecia num estado de lascar. Também já o flagrei em plena nóia, fritando miolo pelas calçadas. Numa dessas estava com um tamborzinho daqueles infantis e azucrinou a rapaziada e moças do comércio com sua batucada surda e a cantoria muda.

Seria necessário dizer que Assombração não é o único a apavorar o pedaço, e a Alameda Barros é um verdadeiro corredor da morte? Na primeira reunião de condomínio de que participei, semanas após me mudar, pude ver como a favela móvel da rua era tema premente aos moradores mais incontidos. Um deles, muito assustador, quase pregou na porrada o síndico liberal de então em pleno meeting porque este não “expulsava a escória”. Lembrei de Marguerite Duras e suas flores.

Havia também aqui ao lado uma comunidade travesti, liderada por uma figura que era a cara do Gilberto Gil na capa de “Refavela”. Minha simpatia por ela não se resumia a isso, por sua touca de crochê e sorrisos de bom dia, mas porque era querida pelas senhorinhas judias do bairro, às quais sempre guardava duas palavras de atenção. Lucidamente política, escolheu como abrigo um trecho do quarteirão ao lado da lotérica e da farmácia de genéricos (com isso, contava com trocados da sorte — a respeito, leiam outra coluna passada — e cuidados contra a morte). E por aqui foi ficando.

Acabou por atrair para a lateral do prédio onde dormia todo um séquito de travestis de rua. Era mais que atraente estar a meio caminho do restaurante luso-nordestino na hora do almoço. Como são exagerados, os PFs servidos pelos restaurantes populares: são feitos para serem divididos. Era o que a rapaziada fazia ao voltar para o batente da firma. Os proprietários do prédio não gostavam disso.

Mas o Assombração, por motivos óbvios, não tinha qualquer possibilidade de diálogo. Logo percebi que não era louco, pois tinha senso de humor. Montava fantasias a partir de roupas encontradas no lixo. Um dia apareceu calçando um par de botas de jóquei e ficou a semana inteira disfarçado de marechal. Sei que galardão militar é o preferidão dos hospícios, mas nem bem passou seus dias viajando por terra, mar e ar e ressurgiu todo estropiado: antes não tinha voz, agora nem tinha dentes. A vida continuava a subtraí-lo em uma conta sempre de menos.


Arquivo pessoal do autor.

E berrava de manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Deitado em minha cama sem conseguir dormir, assistindo no teto um filme do qual eu já sabia o final, eu pensava: como tolerar esse som que trespassa tudo, porta, grade e janela anti-ruído e que me diz que em qualquer hora do dia existe na calçada lá de baixo um cara igual a mim, mas que não faz a menor ideia do odor lavanda de Confort de meu lençol? O amaciante amaciava a quem, afinal, o tecido ou a mim?

Um dia meu vizinho Chico me relatou que a câmera de vigilância de seu prédio filmara o Assombração incendiando um carro estacionado em frente. A simplicidade da técnica o surpreendeu: bastou botar um papelão debaixo do carro e atear fogo. Semanas adiante, o Assombração tentou incendiar a sibipiruna aqui em frente. Usou um material plástico qualquer que corroeu o tronco da árvore de mais de cinquenta anos de idade. Era um mala, porém insisto que não era louco. Por um motivo: ele adorava assustar mocinhas que passavam. Ficava em silêncio, e quando se aproximavam: buuu! Nunca falhava.

Nessas ocasiões não pedia nada, apenas sorria esvaziadamente. Depois de observar Assombração repetir a cena muitas vezes, percebi qual era o sentido da pantomima repetitiva: sem ouvir, sem ser ouvido, aquela era a sua única chance de perceber que o som que fazia causava algum efeito. A cada berro seu as meninas pulavam, e depois o xingavam. E às vezes lhe sorriam de volta.

Fui viajar um tempo, e quando voltei Refavela Gil e sua comunidade travesti não estavam mais na calçada próxima à lotérica. Em seu lugar havia uma fileira com seis gigantescos vasos de flores de uns duzentos quilos cada um, instalados irregularmente ali pelo condomínio privado em plena via pública apenas para espantá-los. Ironia irremediável, a flora aplicada no combate à fauna. Como na crônica de Duras, passados cinquenta e cinco anos, não restou sequer uma flor verdadeira sobre a calçada.

O Assombração desapareceu há dois meses.

* * * * *

Joca Reiners Terron é escritor. Pela Companhia das Letras, lançou os romances Do fundo do poço se vê a lua Não há nada lá. Seu último livro, A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves, foi publicado em abril de 2013. Ele contribui para o blog com uma coluna mensal.
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Simone Campos autografa seu novo livro no Rio e em São Paulo
Participe do lançamento do novo romance de Simone Campos, A vez de morrer.

  • Terça-feira, 22 de julho, às 19h
    Local: Loja da Companhia das Letras por Cultura – Av. Paulista, 2073, Conjunto Nacional – São Paulo, SP
  • Quinta-feira, 24 de julho, às 19h
    Local: Livraria da Travessa – Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo – Rio de Janeiro, RJ

Encontro de Leitores da Seguinte
Para comemorar o lançamento de A escolha, a Editora Seguinte vai promover um encontro de leitores para falar sobre a trilogia, com sorteio de brindes exclusivos e um livro autografado pela Kiera Cass.

  • Terça-feira, 22 de julho, às 19h30
    Local: Livraria Catarinense – Rua Felipe Schmidt, 60, Centro – Florianópolis, SC
  • Sábado, 26 de julho, às 15h
    Local: Leitura Maceió no Parque Shopping Maceió – Av. Comendador Gustavo Paiva, 5945 – Maceió, AL

Lançamento de Bonecas russas
Quarta-feira, 23 de julho, às 18h30
Eliana Cardoso lança seu primeiro romance, Bonecas russas, com sessão de autógrafos em São Paulo.
Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – São Paulo, SP

Jorge Duro lança livro pelo selo Portfolio-Penguin
Quinta-feira, 24 de julho, às 19h
Em Mitos corporativos, Jorge Duro desvenda o que os MBAs não ensinam. Publicado pelo selo Portfolio-Penguin, o livro será lançado no Rio de Janeiro.
Local: Livraria da Travessa do Shopping Leblon – Av. Afrânio de Melo Franco, 290, loja 205 A – Rio de Janeiro, RJ

Mário Magalhães participa de congresso da Abraji
Quinta-feira, 24 de julho, às  11h
Autor da biografia Marighella, o jornalista Mário Magalhães participa do 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji.
Local: Campus Vila Olímpia da Universidade Anhembi Morumbi – Rua Casa do Ator, 275 – São Paulo, SP

Contação de férias com Kiara Terra
Sábado, 26 de julho, às 16h
Kiara Terra faz uma contação de histórias especial de férias com o livro Zoo Zoado, de Fabrício Corsaletti e ilustrações de Eloar Guazzelli.
Local: Livraria Cultura do Shopping Bourbon – Rua Turiassú, 2100, Pompéia – São Paulo, SP

Lançamento do livro Flubete
Sábado, 26 de julho, às 15h
O ilustrador Dalcio Machado lança seu novo livro infantil, Flubete, em Campinas.
Local: Livraria da Vila – Rod. Dom Pedro I, 1315 – Campinas, SP

Matinê da Companhia das Letrinhas
Domingo, 27 de julho, às 11h30
Kiara Terra comanda mais uma Matinê da Companhia das Letrinhas com contação do livro A cidade que derrotou a guerra.
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – São Paulo, SP