Links da semana


Foto do lançamento de Os últimos soldados da Guerra Fria em São Paulo. Veja aqui a lista completa de cidades por onde Fernando Morais passará.

Notícias:

  • Steve Jobs renuncia da presidência-executiva da Apple (Link/Estadão)
  • Casa de Edgar Allan Poe está ameaçada de fechamento (G1)
  • Os últimos números do desempenho do setor no Brasil confirmam a percepção de editores e livreiros de um fenômeno que cedo ou tarde acontece nos grandes mercados editoriais: a superprodução (Sabático)
  • Linhas poéticas em circulação: texto de Alcides Villaça sobre a poesia nacional contemporânea (Sabático)
  • Famoso café de Buenos Aires, frequentado por Jorge Luis Borges e Graham Greene, será substituído por uma loja da Nike (Guardian)
  • Tradução de textos autorais e seus relevos (Rascunho)
  • Estão abertas as inscrições para a Oficina de Narrativa de Ficção com o escritor Michel Laub, na Biblioteca Pública do Paraná.
  • Flip anuncia Miguel Conde como curador da edição de 2012 (Prosa & Verso)

Entrevistas:

  • Michael Cunningham, autor de Ao anoitecer: “Num mundo que insiste em ver seus habitantes como consumidores, como dados demográficos, parece que uma grande parte do trabalho do escritor é insistir justamente na particularidade do indivíduo.” (Sabático)
  • Fernando Morais, autor de Os últimos soldados da Guerra Fria: “Como sou muito detalhista e extremamente exigente comigo mesmo, escrever acaba sendo um sofrimento muito grande. Não se trata de ter ou não ter inspiração, mas às vezes eu fico dias para conseguir escrever uma lauda, ou até um parágrafo. Pesquisar e entrevistar pessoas é a parte menos trabalhosa de um livro. Escrever é que dói. Tenho muita inveja de autores como o Mário Prata, que senta diante do computador e produz o texto final na hora.” (Livraria da Folha)

Concursos e promoções:

Curiosidades:

  • Conheça a controversa história da fonte mais usada de todas: Times New Roman.
  • Versão em áudio de 26 textos de Jorge Luis Borges, lidos pelo próprio (Não me culpem pelo aspecto sinistro)
  • Entrevista com a atual dona da Shakespeare & Co., famosa livraria francesa que reúne e abriga escritores em Paris desde a década de 1950. Sylvia enfrenta o desafio de modernizar a loja sem perder seu charme e propósito originais. (PORT Magazine)
  • O projeto Endangered Alphabets tenta proteger e chamar atenção para os alfabetos que correm o risco de desaparecer. Um terço dos alfabetos existentes não são mais ensinados em escolas, e têm um número de usuários muito pequeno.
  • A banda Decemberists usou Infinite Jest, de David Foster Wallace, como inspiração para o videoclipe de “Calamity song”.
  • Em 2006, Ian McEwan foi acusado de plagiar a história de Reparação. Uma das pessoas a defender o autor foi Thomas Pynchon — leia a carta que ele escreveu em defesa de McEwan.
  • Antônio Xerxenesky fala sobre a dificuldade de ser um jovem escritor brasileiro contemporâneo em Porto Alegre (Blog do IMS)
  • James Joyce não é tão difícil: Luciano defende o autor de Ulysses (Meia Palavra)
  • Não consegue se lembrar o nome de um livro, ou de um filme que você viu há muito tempo? Basta criar um tópico no Tip Of My Tongue com os detalhes de que você se lembra, e os outros usuários tentarão resolver sua dúvida.
  • 19 livros e autores recomendados por Roberto Bolaño (Conversational Reading)
  • O cartunista Tom Gauld imaginou os momentos de tédio de escritores como Tolstói e Cervantes (Coordenação do Livro e da Literatura)

Resenhas:

  • O silêncio do túmulo, de Arnaldur Indridason: “te prende desde o início, na primeira frase. Você quer muito descobrir o que aconteceu, quem é aquele esqueleto e como a vida de Erlendur chegou onde está. O livro mescla passagens no presente e passagens do passado para contar a história. Você pode até pensar que é óbvio o desfecho e a identidade do osso, mas o autor acaba te surpreendendo.” (Bárbara, Nem um pouco épico)
  • Zeitoun, de Dave Eggers: “A partir do exemplo de Zeitoun temos a medida da ignorância e total falta de preparo das autoridades americanas em relação a uma catástrofe como o Katrina.” (Juliana, O Espanador)
  • Freud 16 — O Eu e o Id: “o mais importante a se ressaltar aqui é que agora podemos perder o medo de Freud e aproveitar um texto magnífico e agradável, preocupado com seu leitor” (Tiago, Meia Palavra)
  • Como mudar o mundo, de Eric Hobsbawn: “Hobsbawm observa acertadamente que Marx havia sentenciado qual seria o destino do capitalismo ao seguir a linha que em meados do século XIX insinuava com perfeita clareza: a concentração do capital em poucas mãos produziria um mundo onde apenas um número muito pequeno de pessoas teria o maior número de riquezas” (Rodrigo Vianna, Escrevinhador)
  • A importância de ser prudente e outras peças, de Oscar Wilde: “O autor conseguia através de suas peças fazer as mais ácidas críticas a uma sociedade que vivia de aparências, um jogo de máscaras onde ninguém de fato era o que aparentava ser.” (Anica, Meia Palavra)
  • O natimorto, de Lourenço Mutarelli: “Apesar de derivar entre diferentes mídias, Mutarelli mantém uma constante em suas obras: um universo um tanto perturbador, distorcido.” (Luciano, Meia Palavra)
  • Fogo amigo, de A.B. Yehoshua: “Com uma voz política bem ativa, e uma das poucas vertentes do livro que não se camufla, Fogo Amigo tem passagens belas e tristes se cruzando a cada nova página, explorando a humanidade, espiritualismo e existencialismo sem nunca perder a compaixão.” (Felippe, Meia Palavra)
  • Orgulho e preconceito, de Jane Austen: “Jane é dessas autoras que vai acrescentando ingredientes à história de forma gradativa. Seus personagens vão se enrolando, sua trama vai se complicando, até o ponto em que ficamos aflitos e sem saber bem o que esperar nas próximas páginas.” (Alba, Psychobooks)
  • O museu da inocência, de Orhan Pamuk: “é, além de tudo, um en­si­na­mento para que nos con­te­nha­mos e sai­ba­mos apro­vei­tar ao má­ximo cada se­gundo de nos­sas vidas. Em meio às tur­bu­lên­cias po­lí­ti­cas da Tur­quia nos anos 1970 e 1980, Orhan Pamuk tece uma teia que aos pou­cos vai nos en­vol­vendo numa his­tó­ria de amor da­que­las que du­ram dé­ca­das, mas cer­ta­mente po­deriam le­var sé­cu­los.” (Márcio ABC)
  • Três sombras, de Cyril Pedrosa: “A qualidade gráfica do trabalho de Pedrosa é exasperante e exultante. Logicamente está presente um alfabeto expressionista básico, com contrastes de luz e sombra, mas o autor sabe bem subvertê-lo e deixar sua influência mais transparente.” (Ciro, Raio Laser)
  • A sangue frio, de Truman Capote: “esta obra dolorosa, na qual os conceitos de vítima e de criminoso se mesclam, ainda é um texto muito atual que põe em xeque vários aspectos da cultura americana e os nossos próprios valores e julgamentos.” (Uiara, Meia Palavra)
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3 Comentários

  1. Marcos Panontin disse:

    Essa divisão ficou bem melhor. Parabéns.

  2. Rody Cáceres disse:

    Puxa, quanta informação! Parabéns!

  3. Rogério disse:

    Obrigado pelo trabalho maravilhoso. Show.

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