Links da semana

Curiosidades:

  • Ian McEwan conta em entrevista que ajudou o filho a fazer um trabalho sobre Amor sem fim ― e que a professora deu uma nota baixa por discordar de sua interpretação do romance (Guardian)
  • Já imaginou ter Gonçalo M. Tavares como professor? Reginaldo Pujol Filho conta como foi ter aulas de Arte do Romance com o escritor (Blog do IMS)
  • Por que os escritores tweetam: uso do Twitter se tornou comum entre escritores, que não se importam com a limitação de 140 caracteres (Opinião e notícia)
  • Leia um cartão postal que David Foster Wallace enviou para Don DeLillo.
  • Teju Cole escreveu sobre a poesia de W.G. Sebald para o blog da New Yorker (The Book Bench)
  • Roberto Bolaño imagina V.S. Naipaul em Buenos Aires no conto “Scholars of Sodom” (NY Review of Books)
  • Vilma Arêas não esquece nunca, jamais: perfil da autora de Vento sul (Suplemento Pernambuco)
  • A chef Helena Rizzo, do restaurante Maní, criou uma receita baseada em Livro de receitas para mulheres tristes, de Héctor Abad (Revista TPM)

Notícias:

Entrevistas:

  • Paul Auster, autor de Sunset Park: “Eu acho que o romance ainda é importante para o público leitor. Como arte, ele proporciona algo que não temos em nenhuma forma – uma intimidade com o outro. Cada romance é escrito por duas pessoas, o autor e o leitor, eles produzem a obra juntos. Ele coloca dois estranhos em absoluta intimidade. E isto nos remete ao que significa ser humano.” (Estadão)
  • Carol Bensimon, autora de Sinuca embaixo d’água: “É bem complicado começar um novo livro, porque os personagens do velho ainda estão na sua cabeça, e eles parecem naquele momento tão mais sólidos e bem resolvidos que os que você ainda está em processo de criar… É uma luta injusta.” (Saraiva Conteúdo)
  • Mauro Ventura, autor de O espetáculo mais triste da Terra: “Nenhuma das vítimas com quem conversei pensou em recorrer à justiça. Imagino que por vários motivos. Primeiro, porque na época não havia essa cultura. Segundo, porque não foi criada nenhuma associação que reunisse e lutasse pelos direitos das vítimas. Terceiro, porque tinha gente que acreditava que o circo era de origem americana, e não ia conseguir ganhar o processo. Quarto, porque achava que dinheiro nenhum pagaria o que se perdeu.” (Suplemento Pernambuco)

Resenhas:

  • A magia da realidade, de Richard Dawkins: “é um livro para pais e filhos lerem juntos. Está dividido em capítulos que representam o tipo de pergunta que cedo ou tarde toda criança faz, e que tradicionalmente é respondida com contos de fadas ou paráfrases bíblicas; o livro oferece versões simples, poéticas e objetivas das respostas encontradas pela ciência.” (Carlos, Amálgama)
  • A marcha para o Oeste, de Orlando e Cláudio Villas Bôas: “O relato acurado do encontro com os índios faz com que leitor seja levado a um segundo descobrimento do Brasil e se sinta como um dos expedicionários durante a leitura do diário.” (Mariana Moreira, O Globo)
  • Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson: “Stieg Larsson expõe as entranhas mais pavorosas de certos seres humanos de um jeito… cru, tenso, tétrico, intenso, doentio, mas excelente.” (Ana, iCult Generation)
  • Livro, de José Luís Peixoto: “Não por acaso Livro sugere que não é possível falar de exílio, de emigração, sem que ao menos três ausências sejam atravessadas. A ausência de quem partiu. A dos que ficaram. E, no interior de cada uma delas, a falta de quem não viveu diretamente a separação, mas se sente excluído do discurso da diáspora.” (Paulo Carvalho, Suplemento Pernambuco)
  • Persépolis, de Marjane Satrapi: “Bem construído, com doses de humor e ironia que tornam a história super agradável! Marjane conta sua própria história em Persépolis e emociona o leitor com suas aventuras.” (Nanie’s World)
  • A crônica dos Wapshot, de John Cheever: “Cheever parece zombar de seus personagens, apresentando-os ao leitor sempre com sarcasmo. Ele conduz sua narrativa num ritmo frenético, acumulando histórias e pequenos causos que se encaixam num crítico e complexo panorama da decadência de uma família da região nordeste dos Estados Unidos.” (Severino, Livros que eu li)

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