Links da semana

Curiosidades:

  • Saiba como documentos de Franz Kafka (que podem até incluir manuscritos inéditos) foram parar em um pequeno apartamento de Tel Aviv, e são alvo de uma disputa judicial. (NPR)
  • Alex Bellos, autor de Alex no País do Números, está fazendo uma nova pesquisa. Para ajudar, basta clicar aqui e escolher um número.
  • O Casmurros fez uma lista dos autores que vêm para a Flip e quanto tempo você demoraria para ler um livro de cada um deles.
  • Corações sujos, filme baseado no livro de Fernando Morais sobre a colônia japonesa no Brasil, tem estreia prevista para 17 de agosto. Assista ao trailer no site oficial.
  • Zadie Smith escreveu um ensaio sobre a importância das bibliotecas (New York Review of Books)
  • As traumáticas aventuras do filho do Freud: um site de tirinhas freudianas.

Notícias:

  • Alan Riding foi entrevistado no Programa do Jô sobre seu livro Paris, a festa continuou.
  • A Flip anunciou uma mesa-surpresa com Angeli e Laerte (Folha)
  • Péricles Cavalcanti foi ao programa Metrópolis para falar de O canto das musas, livro que pretende apresentar poemas clássicos da língua portuguesa com análises e versões musicadas.
  • Philip Roth ganhou o prêmio Príncipe de Astúrias pelo conjunto de sua obra. Os organizadores do prêmio disseram que o trabalho de Roth faz parte dos grandes romances americanos, seguindo a tradição de Scott Fitzgerald, Hemingway, Faulkner, Bellow e Malamud. (O Globo)
  • O Prêmio Portugal Telecom anunciou seus semifinalistas, e 7 livros da Companhia estão concorrendo. (Folha)
  • A Getty Images divulgou o resultado de seu concurso de capas, e a de Luciana Facchini, feita por Luciana Facchini, ganhou o 1º lugar.

Entrevistas:

  • David Grann, autor de O diabo e Sherlock Holmes: “Uma das coisas que tento mostrar em minhas histórias é que, ao contrário dos romances policiais, nós nem sempre temos todas as respostas. Muitas vezes temos de conviver com a dúvida, e por isso algumas histórias são tão assustadoras.” (Folha)
  • Christophe Charle, autor de A gênese da sociedade do espetáculo: “A sociedade teatral está em movimento perpétuo: o público muda muito rapidamente e está sempre ávido por novidades. Nesse sentido, as leis de funcionamento que nasceram com o teatro seriam reproduzidas por artes que vieram depois, como o cinema e os programas de televisão.” (Estadão)
  • Lira Neto, autor de Getúlio: “O Getúlio ainda é motivo de controvérsia porque o seu legado para a história política, econômica e social do Brasil foi tão relevante que até hoje existem os getulistas ferrenhos e os antigetulistas radicais. Isso mostra a profunda atualidade desse homem.” (Sul21)
  • Gay Talese, autor de O reino e o poder: “Nunca quis escrever sobre notícias do dia, o que os economistas ou políticos disseram hoje. Queria escrever notícias não importantes, mas escrevia tão bem que saía no jornal. Quero escrever sobre pessoas que não estão nas notícias. Elas refletem a sociedade e quero ser o cronista de suas vidas.” (Folha)

Resenhas:

  • As coisas, de Georges Perec: “No romance, os objetos não são mais que coisas; os personagens são subjetividades coisificadas; o estilo literário é deliberadamente exaurido de chicanas e firulas estéticas, coisificado que está por uma espécie de tédio, que é, no fundo, o resultado final da anestesia do humano imposta pelo reino da mercadoria.” (Alexandre, Outras palavras)
  • Homem comum, de Philip Roth: “A história do homem comum não carrega nada de excepcional. Não existe uma trama mirabolante. A beleza do livro se concentra justamente na previsibilidade de tudo o que acontece. Nada surpreende quanto ao enredo, mas tudo é ricamente descrito. São os detalhes que possibilitam enxergar com clareza os conflitos que regem a vida do personagem.” (Claudio, Muda-Cena-Muda)
  • Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios, de Marçal Aquino: “Uma história de amor avassaladora e cheia de particularidades” (Aline, Escrevendo loucamente)
  • O talentoso Ripley, de Patricia Highsmith: “um personagem denso e psicologicamente complexo. Um anti-herói amoral, frio e sem qualquer sentimento de culpa. Mas que não sente prazer nos crimes, só os comete quando algo ou alguém põe em risco os seus objetivos.” (Priscila, Mais 1 Livro)
  • A memória de nossas memórias, de Nicole Krauss: “não é à toa que seu nome está inscrito na literatura norte-americana contemporânea com louros.” (Lucas, Meia Palavra)
  • Contra o dia, de Thomas Pynchon: “A leitura de Contra o dia pode ser considerada um jogo. Um game que exige atenção e dedicação exclusiva para que se encontre todas as referências e perceba os pequenos detalhes do livro.” (Taize, Meia Palavra)
  • Por isso a gente acabou, de Daniel Handler e Maira Kalman: “fui surpreendida pela intensidade de um tema tão comum em nossas vidas: o coração partido.” (Juh, Livros e blablablá)

Um Comentário

  1. […] Vimos no Blog da Companhia das Letras […]

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