Assista ao bate-papo sobre Jane Austen e tradução, com a editora Vanessa Ferrari e o tradutor Alexandre Barbosa de Souza.
Imagine um Big Brother inspirado em Proust e dirigido pelo Bergman
22 maio 2013, 2:31 pmNo vestiário de “O último minuto” (ou De como nasce e a que vem um romance)
21 maio 2013, 10:30 amAssista ao bate-papo sobre Jane Austen e tradução, com a editora Vanessa Ferrari e o tradutor Alexandre Barbosa de Souza.

[...] com Alexandre Barbosa de Souza, tradutor de Orgulho e preconceito e Razão e sensibilidade, pela Penguin-Companhia Das Letras e a editora Vanessa [...]
Oi, Mima, obrigada pelos comentários. Esse vídeo é uma espécie de estreia para bate-papos com o recurso do hangout. Com certeza podemos melhorar esses aspectos técnicos nos próximos vídeos e já estamos discutindo a melhor forma para fazer isso.
Apesar do áudio estar um pouco difícil para compreender, adorei assistir o bate-papo! é muito interessante ouvir a opinião dos tradutores! Principalmente a visão masculina do processo!
Vou publicar uma nota sobre este vídeo lá no blog da JASBRA (Jane Austen Sociedade do Brasil).
A qualidade do áudio tá tão ruinzinha, o que é uma pena, porque o conteúdo está ótimo. Pergunta #1: Pra onde vocês estão olhando? Engraçado vocês conversarem sem olhar uma para o outro x) Pergunta #2: Por que “literatura feminina” é perjorativo? Não quer dizer que os homens não possam apreciar, mas, de fato, são temas e uma linguagem mais interessantes para mulheres. Assim como Hemingway é tipicamente masculino e eu adoro. A cada livro da Jane, fico mais encantada e obcecada. Sinto que conheço pessoalmente cada personagem. Queria tomar um chá com ela, minha grande amiga, e discutir sobre o campo de tensão entre obedecer o coração e as expectativas da sociedade, a consciência e o bolso, a respeitabilidade pública e o auto-respeito.