Links da semana

Links da semana


Luiz Gê na Avenida Paulista

Curiosidades:

  • Por que amamos tanto Lisbeth Salander: Ela é a primeira heroína do século 21 — não por ter nascido nele, mas por ser uma síntese das mudanças e inquietações do nosso tempo (Revista Época)
  • Qual é a sua estante? (Bibliocomics)
  • Um artista grego criou uma versão interativa da tela Starry night, de Vincent Van Gogh.
  • O site The Composites usa a técnica dos retratos falados feitos pela polícia para criar os rostos de personagens da literatura.
  • Aplicativos de livros: Daniel Mendes fala sobre a produção do app de Cem dias entre o céu e o mar, de Amyr Klink. (Contafio)

Notícias:

  • O Nobel de Literatura tem 210 candidatos ao prêmio em 2012, 46 deles nunca haviam sido indicados (Folha)
  • Rafael Coutinho colocou à venda uma gravura em serigrafia da capa de Mensur, sua próxima graphic novel que será lançada pela Quadrinhos na Cia.
  • Gustavo Duarte falou ao Blog dos Quadrinhos sobre sua próxima HQ, que envolve monstros gigantes invadindo a orla de Santos.
  • Juan Pablo Villalobos, autor de Festa no covil, dará um curso gratuito no Instituto Cervantes de São Paulo sobre literatura latinoamericana.
  • Peter Jackson começará a filmar a sequência de As aventuras de Tintim no meio do ano (Omelete)
  • Art Spiegelman, autor de Maus, virá para o Brasil em maio (A biblioteca da Raquel)

Entrevistas:

  • Luiz Gê, autor de Avenida Paulista: “a Paulista nos oferece uma perspectiva histórica da cidade. Vias como a Berrini e a Faria Lima nasceram como um arremedo da Quinta Avenida em Nova York. Quer dizer, sem passado.” (Folha)

Resenhas:

  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Em tom divertido e com qualidade literária, Fischer cria uma história inteligente e ágil, com uma permanente dose de melancolia, tanto do narrador quanto de suas observações sobre João, enquanto o procura (até em casa) e se aproxima por meio de entrevistas com artistas e com os poucos amigos do mito.” (Hagamenon Brito, Correio da Bahia)
  • 1922 – A semana que não terminou, de Marcos A. Gonçalves: “Com uma abordagem menos academicista e mais jornalística, 1922 tem o mérito de reunir incontáveis informações de bastidores em uma narrativa fluente.” (Morris Kachani, Folha)
  • O livro selvagem, de Juan Villoro: “é aquele tipo de livro que mesmo quando a gente deita a cabeça no travesseiro, após lê-lo, a história continua acontecendo na nossa mente até que adormecemos.” (Tiago, O capítulo do livro)
  • As coisas, de Georges Perec: “O desastre desse casal consiste em não querer ceder a nenhuma parte de seu impulso acumulador: não estão dispostos a uma vida sem regalias, mas também não querem sacrificar suas vidas ao trabalho. Não querem ‘envelhecer’. Fica então o marasmo, o tédio, a solidão.” (Tiago, Meia Palavra)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Um amigo me disse que basicamente todas as histórias contadas pela humanidade são apenas uma variação de dois textos primordiais: a Ilíada e a Odisséia. Resumindo: estamos sempre escrevendo sobre um amor perdido, uma viagem em busca da amada, uma guerra, o regresso e suas consequências. Pois bem, esse é o grande espírito encontrado nesta graphic novel.” (Floreal, Impulso HQ)
  • A maldição da pedra, de Cornelia Funke: “Cornelia me surpreendeu. A autora criou todo um mundo cheio de elementos sobrenaturais e fantásticos, e nele colocou os nossos velhos conhecidos contos de fadas — mas não da maneira que são contados pra gente, e sim de uma forma tão singular que o leitor tem a impressão de que os ‘verdadeiros’ contos são os de Cornelia.” (Dana, Feed your head)
  • Festa no covil, de Juan Pablo Villalobos: “A crueldade infantil impregnada no discurso de Tochtli é assustadora em diversos momentos, em muitos deles parece ser mais cruel que um chefe de narcotráfico e muito mais sádico ao explicar a diferença entre morto e vivo.” (Felippe, Meia Palavra)
  • Hibisco roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie: “A realidade nigeriana, país de origem da escritora que serve como palco para a narrativa, é apresentada a partir de um olhar que mescla profundo afeto e crítica implacável. O ponto de vista do leitor é o da Nigéria contemplada de dentro para fora.” (Camila, Livros abertos)

Links da semana


Saul Bellow (Fonte: Awesome People Reading)

Curiosidades:

  • Erico Verissimo e Incidente em Antares: veja a íntegra do bate-papo entre Luis Fernando Verissimo e Sérgio Rodrigues (Blog do IMS)
  • Um atalho para quem quer ter a parede cheia de livros mas ainda não possui muitos exemplares: um papel de parede imitando estantes (Mr. Perswall)
  • Carola Saavedra fala sobre a terrível missão enfrentada por tradutores diante das inúmeras possibilidades que um texto ficcional apresenta. (Jornal Rascunho)
  • A edição de fevereiro do jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná, já encontra-se online. (BibliotecaPR)
  • Uma lista com os melhores tumblrs literários, classificados por tema (The Millions)
  • H.L. Mencken fala sobre o sentido da vida (Letters of note)

Notícias:

  • Rooney Mara diz que está ansiosa para gravar a continuação de Os homens que não amavam as mulheres (Omelete)
  • Angeli e Laerte planejam nova revista em quadrinhos (Blog dos Quadrinhos)

Entrevistas:

  • José Luís Peixoto, autor de Livro: “Nasci numa pequena vila do interior do país, com cerca de mil habitantes, onde não existiam muitos livros, mas onde esses objetos eram considerados com muito respeito. Recordo o meu padrinho, por exemplo, que morreu com 104 anos, que trabalhou na terra até aos 96 anos, e que possuía uma meia dúzia de livros, que ficavam arrumados numa estante, em lugar de destaque. Não importava saber quem os tinha escrito ou a matéria que tratavam, eram “os livros”. Por serem livros, mereciam respeito e, imaginávamos, teriam sido escritos por alguém importante, alguém de outro meio, de outra dimensão. Foi a partir dessa perspectiva que cresci até chegar a hoje, que sou escritor e que desenvolvo toda a minha vida entre livros.” (Estadão)
  • Blandina Franco e José Carlos Lollo, autores de O peixe e a passarinha: “Eu e Lollo criamos todas as histórias juntos, às vezes nem sei dizer o que é feito primeiro. A gente senta e começa a contar história um pro outro, até que uma delas ganha vida sozinha. Quando a gente vê, ela se contou pra gente.” (Folha)

Resenhas:

  • Crônica de um vendedor de sangue, de Yu Hua: “Apesar da tragédia social que se aproxima, e mesmo quando ela já está em cena, continua havendo humor em Yu Hua. Uma lembrança forte é Graciliano Ramos.” (Daniel, Amálgama)
  • O romancista ingênuo e o sentimental, de Orhan Pamuk: “Independente de qual seja o objetivo do leitor quando começa um romance — adquirir um conhecimento profundo sobre si mesmo ou apenas entreter-se — ou do autor quando começa a escrevê-lo — descobrir um sentido para a vida ou amealhar alguns trocados a mais na conta bancária —, o que Pamuk nos mostra em seu livro é que todos que recorremos à literatura procuramos basicamente uma mesma coisa: uma forma alternativa de transcendência e fruição às opções que a sociedade, de um modo geral, nos impõe no dia-a-dia.” (Ivan, O Espanador)
  • Diário da queda, de Michel Laub: “O livro é um monólogo, um diário desencadeado por velhas memórias, que traz o passado de volta à luz e expõe seus traumas não pela nostalgia, dor ou agonia, mas pelo futuro. Para que as próximas gerações conheçam sua história e a entenda, perceba a importância desse passado doloroso.” (Taize, Meia Palavra)
  • Cartas a um jovem contestador, de Christopher Hitchens: “o jornalista instiga a percepção da coragem, a autocrítica e principalmente a qualidade do que se pensa. Hitchens me faz lembrar o tamanho da pedra do meu sapato e provoca elegantemente a não tolerar o abuso de autoridade, a intimidação, o racismo, o pré-conceito, a opinião de massa inconsciente” (Acelera a causa)
  • O professor e o louco, de Simon Winchester: “Num mundo em que dicionários são fator comum, disponíveis nas mais diferentes plataformas e formatos e em todos os idiomas possíveis; é difícil conceber a monstruosidade e ambição do projeto do Oxford English Dictionary.” (Kika, Meia Palavra)

Links da semana


(Ilustração de Kate Beaton)

Curiosidades:

  • Os melhores livros de todos os tempos, segundo votação de 125 escritores famosos (The Atlantic)
  • 9 vídeos inspirados nas cosmicômicas de Italo Calvino (Almir de Freitas)
  • Uma almofada idealizada para facilitar a leitura no sofá ou na cama (Livros e afins)
  • Faça um teste e veja com qual poema de qual heterônimo pessoano você se identifica (Educar para crescer)
  • O dia em que Roberto Bolaño decidiu ser romancista: novos documentos explicam por que ele trocou os poemas pelos romances. (Revista Ñ)
  • 10 escritores listam seus livros favoritos (Flavorwire)
  • The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore: um curta-metragem sobre o poder dos livros está concorrendo ao Oscar! (Bibliophile)
  • Dois sites que reúnem fotos de tatuagens com inspirações literárias: Contrariwise e The word made flesh
  • Em uma carta de 1922, F. Scott Fitzgerald informa seu editor que quer começar a escrever uma história bela, simples e extraordinária — é a primeira menção ao romance que viraria O grande Gatsby. (Letters of Note)
  • Os 11 mandamentos que Henry Miller escreveu para si mesmo. (Lists of Note)

Notícias:

  • Notas sobre Gaza, de Joe Sacco, será adaptado para o cinema (Vá ler um livro)
  • O Alufá Rufino ganhou o Premio Casa de las Américas na categoria Literatura Brasileira.
  • Faleceu hoje Wislawa Szymborska, poetisa polonesa que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1996 (Mundo Livro)

Entrevistas:

  • Ruy Castro: “E qual a diferença da literatura para com os jornais? É que, no livro, você descobre que os personagens pensam, sentem, amam, odeiam — enfim, têm uma rica vida interior. Parecida com a sua.” (Jornal Rascunho)

Resenhas:

  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Com um humor raro e refinado, fez de sua reportagem uma saborosa história, em que mistura pesquisa bibliográfica, entrevistas e impressões sobre João Gilberto, o Rio, o Brasil e sobre si mesmo.” (Gonçalo Junior, Valor Econômico)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Um artista, seja qual for seu gênero de expressão, não pode nunca se acomodar. Nem no fracasso, nem no sucesso. E David Mazzucchelli, para nosso deleite, não se acomodou. O que encontraremos em Asterios desafia qualquer conceito pré estabelecido em quadrinhos.” (Lillo, Quadro a quadro)
  • As coisas, de Georges Perec: “O que importa não é o que acontece ao casal, mas o seu aprendizado das regras da vida moderna, das aspirações adequadas, dos índices de distinção e de pertencimento social sem os quais as pessoas não eram — não são — ninguém.” (Luciano Trigo, G1)
  • A maldição da pedra, de Cornelia Funke: “Cornelia me surpreendeu. A autora criou todo um mundo cheio de elementos sobrenaturais e fantásticos, nele colocou os nossos velhos conhecidos contos de fadas — mas não da maneira que são contados pra gente e sim de uma forma tão singular que o leitor tem a impressão de que os ‘verdadeiros’ contos são os de Cornelia.” (Dana, Feed your head)
  • A vida de Joana d’Arc, de Erico Verissimo: “Érico é muito feliz ao retratar a história de Joana d’Arc de maneira tão delicada e íntima, tanto que por vezes temos a sensação de enxergarmos os fatos pelos olhos da menina ingênua, forte e temente a Deus. Através da habilidade do escritor gaucho, até mesmo os momentos de maior angústia durante as guerras e o trágico desfecho tornam-se tocantes.” (Roberto, Meia Palavra)
  • Reparação, de Ian McEwan: “Leiam para serem levados por uma trama que vai fazê-los suspirar, chorar e aprender um pouco mais sobre o sentimento humano.” (Diego, Feed your head)

Links da semana

Curiosidades:

  • Como estão seus conhecimentos sobre literatura russa? Faça este teste do Guardian.
  • Design de livros: como são feitos os projetos gráficos de obras do mercado editorial (Contafio)
  • Quando você vai morar com outra pessoa, juntar os livros pode ser um problema. Veja algumas dicas para evitar discussões. (BookRiot)
  • Por que escrever livros? (New York Times)
  • Nail art: unhas com decorações baseadas em livros (Flavorwire)
  • Você também é uma daquelas pessoas que escreve nos livros? Talvez não tanto quanto David Foster Wallace (Harry Ransom Center)
  • Um tumblr só sobre carimbos de bibliotecas (Livros e afins)
  • Na ocasião do lançamento de Why we broke up, Daniel Handler (nome verdadeiro de Lemony Snicket) deu conselhos amorosos recheados de seu humor peculiar. Lançaremos o livro por aqui em abril.
  • Produção de livros em braille: saiba como são feitos os livros para deficientes visuais (Contafio)
  • “Não se preocupe com o fracasso, a não ser que ele seja sua culpa”. Em uma carta de 1933, F. Scott Fitzgerald deu conselhos a sua filha de 11 anos. (Lists of note)

Adaptações:

  • Foi divulgado o trailer de Xingu, filme de Cao Hamburguer sobre a jornada dos irmãos Villas-Bôas. Em março lançaremos Marcha para o Oeste, livro de Orlando e Claudio Villas Bôas.
  • Maggie Gyllenhaal e Rhys Ifans também estarão na série baseada em As correções, de Jonathan Franzen. (Omelete)
  • Rooney Mara foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação como Lisbeth Salander em Os homens que não amavam as mulheres. O filme estreia no Brasil esta semana.
  • Jayme Monjardim levará O tempo e o vento, de Erico Verissimo, aos cinemas, com Marjorie Estiano no papel de Bibiana (site oficial)

Notícias:

  • O Universo HQ escolheu os melhores quadrinhos de 2011, e Três sombras e Asterios Polyp ficaram no topo do ranking.
  • Stephen Greenblatt é confirmado na Flip 2012 (Estadão)
  • O National Book Critics Circle anunciou os finalistas de sua premiação anual, e quatro livros que serão publicados pela Companhia foram indicados:  Open city (Teju Cole), The marriage plot (Jeffrey Eugenides), The information (James Gleick) e Malcolm X (Manning Marable). (Los Angeles Times)

Resenhas:

  • As correções, de Jonathan Franzen: “é um romance dividido entre a complexidade do tema – as relações familiares ameaçadas pela sua decadência – e a facilidade da leitura, que rapidamente conquista o leitor com os dramas da família Lambert” (Taize, Meia Palavra)
  • Tóquio proibida, de Jake Adelstein: “Escrito de forma direta, sem firulas, e com uma sinceridade suicida, Tóquio Proibida trata não apenas de casos como roubos de caixas eletrônicos, assassinatos seriais, pornografia, tráfico de pessoas, extorsão e lavagem de dinheiro, mas principalmente das complexas relações entre a imprensa e a polícia, a polícia e a Yakuza (a lendária máfia nipônica), e a Yakuza e o poder público.” (Dafne Sampaio, +Soma)
  • E se Obama fosse africano?, de Mia Couto: “Se uma das funções do escritor é traduzir o espírito ou a sensibilidade de uma época ou sociedade, podemos dizer que Mia Couto cumpre a função não apenas para com sua terra natal, mas também para com todos os falantes da língua portuguesa e este livro é uma grande oportunidade de entrar em contato com este universo e suas correlações com o Brasil.” (Noah Mera, Mais 1 Livro)
  • O bom médico, de Damon Galgut: “Composto de personagens rudes e complexos, até o silêncio das cenas combina com a situação de abandono geral. Um romance cheio de conflitos pessoais em um cenário verossímil e esquecido.” (Tatiany, Vá ler um livro)
  • Todas as cosmicômicas, de Italo Calvino: “Problemas como a origem da Lua, a curvatura do espaço ou a extinção dos dinossauros ganham matizes próprios ao serem narrados por esse personagem de nome impronunciável, Qfwfq, o último sobrevivente de uma raça humana de tempos imemoriais, que presenciou tudo, desde o surgimento do universo (e mesmo antes!).” (Tiago, Meia Palavra)

Links da semana

Curiosidades:

  • Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra. (Educar para crescer)
  • 9 livros que mudaram o mundo (Hype Science)
  • João Paulo Cuenca e Chico Mattoso trocarão cartas durante os próximos 2 meses no Blog do IMS.
  • 10 bibliotecários que mudaram a história (Sentinela no escuro)
  • “Adoro você, adoro seus livros, mas você deveria fazer alguma coisa para melhorar seu cabelo.” Comentários curiosos que os escritores ouvem de leitores. (Beyond the Margins)
  • O museu Guggenheim disponibilizou 65 catálogos de arte em seu site gratuitamente (The Millions)
  • O Livros e Afins indica duas ferramentas de busca para citações literárias.

Entrevistas:

  • Orhan Pamuk, autor de O romancista ingênuo e o sentimental: “Eu tinha 23 anos e disse à minha família e a meus amigos que não seria arquiteto ou pintor como eles queriam, mas sim um romancista. Todos me disseram para não fazer isso, que eu não entendia nada da vida. Acho que eles pensaram que eu ia escrever um romance único. Mas eu lhes disse que há Borges e Kafka, e que eles também não entendiam nada da vida… Os romances, me parece, são uma nova maneira de viver a vida. Só agora, depois de todo este tempo, confesso que quando minha família me disse que eu não entendia nada da vida, eles tinham razão. Naquela época eu não sabia de nada.” (El País)

Resenhas:

  • Sinuca embaixo d’água, de Carol Bensimon: “Carol escreve como se lesse os pensamentos de cada um dos personagens, o que entrega ao leitor uma sensação não de acompanhar os caminhos, mas de estar dentro da personagem.” (Eduardo, Pitacos perdidos)
  • Breves entrevistas com homens hediondos, de David Foster Wallace: “É uma obra que mexe com você, que faz com que pense sobre você e  o mundo ao seu redor. É, por isso mesmo, uma daquelas leituras inesquecíveis.” (Anica, Meia Palavra)
  • As esganadas, de Jô Soares: “Escrito em terceira pessoa, com uma onisciência implacável e um poder de argumentação que faz o leitor se deliciar com rocamboles, cremes de avelã e todos os tipos de doces que o protagonista usa para atrair as mulheres, e em seguida, se divertir com os requintes de crueldade com que suas vítimas são abatidas.” (Diego, Mais 1 Livro)
  • O Rio é tão longe, de Otto Lara Resende: “As cartas de Otto Lara Resende constituem, antes de tudo, um grande painel de época. Fernando Sabino chegou a dizer que elas representam “uma parte do melhor de sua obra”. E de fato, pelo valor literário e documental, podem muito bem ser postas lado a lado à produção ficcional e jornalística do autor.” (Benicio, O Globo)
  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Sobre João Gilberto, é preciso dizer que ele não é um, mas muitos nesse livro, se tornando praticamente uma lenda folclórica. Cada amigo entrevistado conta sobre uma época e experiências diversas que viveram com o músico.” (Ingrid, Meia Palavra)
  • Os pecados dos pais, de Lawrence Block: “Com uma trama aparentemente simples mas de inicío peculiar (o detetive aqui não está procurando saber quem é o assassino mas sim quem era a vítima, como ela vivia) o autor nos leva a uma aventura quase intimista mas deveras envolvente. A simplicidade mencionada é apenas aparente; quando se menos se espera, estamos surpreendidos.” (Thais, Uma conversa sobre livros)
  • Claraboia, de José Saramago: “em Claraboia já é perceptível sua persona literária, sua riqueza e a profundidade características. A curiosidade gerada pelo livro e, é claro, sua qualidade não deixam dúvidas de que a publicação foi um dos grandes acertos nos últimos meses de 2011, principalmente para os fãs do escritor, pois o valor literário de Claraboia é tão alto quanto os demais livros de Saramago.” (Luana, Mais 1 Livro)
  • O livro selvagem, de Juan Villoro: “Se há um livro feito para relembrar-nos da magia da leitura, este é O livro selvagem.” (Kika, Meia Palavra)