Foi reaberta em NY a casa onde Edgar Allan Poe passou seus últimos anos (Folha)
Escritores estreitam relação com os leitores por meio das redes sociais (Divirta-se)
Um projeto de lei que propõe uma reserva de mercado para quadrinhos nacionais gerou discussão semana passada. Leia as considerações do Universo HQ e do Blog dos Quadrinhos.
Lourenço Mutarelli, Rafael Coutinho, DW Ribatski e Diego Gerlach darão um workshop de HQs em São Paulo, como parte da Balada Literária (Omelete)
Gravadoras americanas estudam abandonar os CDs em 2012 (SideLine)
As bibliotecas de São Paulo perdem 86,7 mil livros por ano (UOL)
Começou esta terça e vai até dia 18 de dezembro a exposição O espírito vivo de Will Eisner, no Centro Cultural São Paulo. Saiba mais no site da RioComicon.
Adaptações:
Foram divulgadas 3 novas fotos da adaptação de David Cronenberg para Cosmópolis, de Don DeLillo (Omelete)
Jonathan Franzen disse que está escrevendo material novo para a série de TV de As correções (Vulture)
Entrevistas:
Amós Oz, autor de O monte do mau conselho: “Tenho duas canetas em minha mesa. Uma é para mandar o governo para o inferno, a outra é para contar histórias. São esferas diferentes para mim, a de contar e a de afirmar. Quando eu concordo cem por cento comigo mesmo, escrevo um artigo. Quando ouço mais de uma voz dentro de mim, quando vejo mais de um ponto de vista válido, é aí que estou grávido de uma história.” (Todoprosa)
Curiosidades:
Artistas canadenses criaram a exposição Toronto Draws Tintin!, que reúne diversas homenagens às histórias do repórter belga. Veja algumas das imagens no site do projeto.
Qual 1984 é mais assustador: o real ou aquele imaginado por George Orwell? (BookRiot)
Mitos gregos e Charles Dickens são algumas das leituras que Christopher Hitchens indicou para uma garota de 8 anos (GalleyCat)
Gatos que resolvem se sentar em cima de livros, ou que entram na sua frente quando você está tentando ler: um tumblr coleciona fotos de gatos que, aparentemente, odeiam ler.
Surgiu uma nova teoria para a morte prematura de Jane Austen: a de que ela teria sofrido envenenamento por arsênico (The Guardian)
The Books They Gave Me: um tumblr que conta a história por trás de livros que as pessoas ganharam de presente durante relacionamentos que não deram certo.
Loris Stein, editor da Paris Review, confessa que é humano e não leu alguns livros considerados fundamentais (Paris Review)
“Gosto de pensar que a poesia pode educar nossos olhos.” Eucanaã Ferraz fala sobre Água sim, livro infantil feito em parceria com Andrés Sandoval. (Suplemento de Pernambuco)
Resenhas:
A letra escarlate, de Nathaniel Hawthorne: “No desenrolar da história, Hester Pryne vai mostrando a todos suas qualidades incontestáveis, como a coragem, dignidade, força para enfrentar tudo e conseguir inverter essa situação e, sem sombra de dúvida, se tornar uma das maiores heróinas que a literatura já produziu.” (Rafael, Os Espanadores)
Capitães da areia, de Jorge Amado: “Como um dedo na ferida da sociedade, Jorge Amado apontava a ineficiência do Estado para lidar com o problema das crianças de rua e jogava a conta da violência pública no colo das autoridades classicistas.” (João Paulo, Mais 1 Livro)
Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Poucas histórias em quadrinhos apresentam uma narrativa gráfica tão bem construída e planejada nos mínimos detalhes.” (Raphael, Contraversão)
Noah foge de casa, de John Boyne: “Noah foge de casa é encantador. Para todos os tipos de leitores, de todas as idades.” (Ana, iCult Generation)
As esganadas, de Jô Soares: “É de um humor tão gostoso que o livro acaba fluindo muito bem, sem que você sequer perceba que está virando página após página e quase chegando ao fim. A melhor palavra para defini-lo seria divertidíssimo.” (Anica, Meia Palavra)
Jubiabá, de Jorge Amado: “Jorge Amado estava inspirado pelas certezas da juventude, pelo trabalho de Gilberto Freyre e por ideais que se pretendiam transformadores. Jubiabá é um livro intenso, sensual e idealista.” (Walter, Psychobooks)
Herzog, de Saul Bellow: “o protagonista dá uma solução simples para seu problema: se não há ninguém relevante para ouvir-nos, escreveremos para aqueles que consideramos dignos. Mesmo que seja um punhado de mortos importantes. Mesmo que seja deus! E são essas cartas que vamos lendo ao longo de todo o livro, se enredando com a narrativa, com suas memórias, com suas mulheres, com sua carreira brilhante e desvairada.” (Tiago, Meia Palavra)
Rubens é tradutor e professor de português e tradução literária. Seu livro narra o percurso de Pedro, que vai de ônibus até a periferia da cidade onde mora. De radinho no ouvido, lendo a intervalos, observando o que se passa dentro e fora do ônibus, o personagem, sem se dar conta, costura suas ideias. Tudo o que pensa, vê e sente mudará sua vida ao final dessa viagem. Veja o trailer abaixo:
O New York Times publicou o discurso feito por Mona Simpson no funeral do irmão que ela só conheceu aos 25 anos, Steve Jobs.
O Prêmio Quem 2011 abriu suas votações para o público, e você pode escolher entre um dos 9 indicados na categoria Literatura.
Entrevistas:
António Damásio, autor de E o cérebro criou o homem: “No fim do século 19 e começo do 20, as pessoas tinham grande capacidade de memória, de armazenar conteúdos. Havia menos distrações. As pessoas liam, contemplavam. Hoje veem clipes e usam a internet. Não há um tempo muito grande para analisar e armazenar memórias.” (Estadão)
Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs: “Todas as noites, ele jantava na mesa da cozinha com sua esposa e filhos. Ele não saía para socializar ou para jantares de gala. Ele não viajava muito. Mesmo sendo focado em seu trabalho, ele estava sempre em casa para o jantar.” (Huffington Post)
Fernando Morais, autor de Os últimos soldados da Guerra Fria: “eu perguntei para a pessoa do degrau mais alto onde costumo chegar em Cuba, o que ele tinha achado do livro. Ele respondeu com uma frase muito curiosa: ‘As pequenas objeções que eu tenho a fazer ao livro são irrelevantes. Mas não se esqueça que eu tenho objeções também a fazer ao Capital e à Bíblia‘. Então tá bom.” (Terra Magazine)
Antônio Xerxenesky levanta algumas questões sobre a crítica literária em “Do que não falamos quando falamos de crítica”. (Blog do IMS)
Em comemoração ao Dia D, Chico Buarque, Milton Hatoum, Fernanda Torres e muitos outros nomes importantes da cultura brasileira leram poemas de Carlos Drummond de Andrade. (Blog do IMS)
Spike Jonze e Olympia Le-Tan se juntaram para criar To die by your side, uma animação que se passa dentro da livraria Shakespeare and Company e mostra muitas capas conhecidas ganhando vida (Open Culture)
Resenhas:
Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Melhor lançamento do ano.” (Bruno, Pipoca e Nanquim)
Noah foge de casa, de John Boyne: “é um daqueles livros que te pegam desprevenido. Uma história delicada, sem grandes pretensões, e que se transforma em uma fábula tocante e profunda ao abordar com simplicidade temas difíceis da vida.” (Roberto, Meia Palavra)
Em casa, de Bill Bryson: “mais que um livro sobre curiosidades das nossas casas, é um homenagem a esse local tão importante, mas a que muitas vezes, por nos ser tão familiar, não damos o devido valor.” (Amanda, Os Espanadores)
Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “É uma obra de arte que celebra a vida e o amor, embora traga aquele travo de ironia e desencanto dos tempos modernos, cheia de referências filosóficas e existencialistas, mas que não deixa de transbordar aquela humanidade encontrada ao dobrar de uma esquina.” (Andreia, Mar de Histórias)
A lebre da Patagônia, de Claude Lanzmann: “Lanzmann conta detalhes impressionantes de suas entrevistas e filmagens com judeus que escaparam milagrosamente do holocausto. (Márcio ABC)
Retalhos, de Craig Thompson: “A imagem dos retalhos da colcha feita por Raina são como uma alegoria dos retalhos do passado do artista, que colocados lado a lado formavam essa linda história.” (Anica, Meia Palavra)
O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald: “é um romance de leitura rápida e envolvente que provoca em quem lê compaixão pelo protagonista, um retrato dos tempos de riqueza dos Estados Unidos, mas onde nem o dinheiro é capaz de salvar alguém de um final triste e solitário.” (Taize, Meia Palavra)
Guerra aérea e literatura, de W.G. Sebald: “o autor mergulha nos sombrios bastidores da guerra. Cria a tese de que, depois de ter se reconstruído, a Alemanha conduziu uma nova aniquilação: a de sua história.” (Martha, Opera Mundi)
Sinuca embaixo d’água, de Carol Bensimon: “Carol derrama firmeza nas frases curtas e bem pontuadas. Ela mostra a que veio.” (Cínthya, Campeonato Gaúcho de Literatura)
Os detetives selvagens, de Roberto Bolaño: “O que realmente faz desse romance um livrão (não só em tamanho), é como Bolaño torna interessante todos esses relatos a princípio sem nexo, a forma com que ele retrata esse cotidiano artístico — as idas a cafés e bares e festas —, como as personagens de tão diferentes características se movem e interagem nesse cenário. Mas o mais interessante é como o leitor tem a liberdade, através de todos os depoimentos das outras personagens, de formar a própria imagem dos protagonistas — artistas de talento real ou farsantes miseráveis? O leitor acredita em quem e no que quiser.” (Taize, Meia Palavra)
A Balada Literária divulgou sua programação completa. O homenageado deste ano é Augusto de Campos.
A exposição O espírito vivo de Will Eisner, que esteve na RioComicon, virá a São Paulo. Ela estará na Gibiteca Henfil entre 15 de novembro e 18 de dezembro. (Centro Cultural São Paulo)
Adaptações:
Foi divulgado um novo pôster para o filme Os homens que não amavam as mulheres. (Mouthtapedshut)
O filme de Tintim acabou de ser lançado na Europa e seu produtor, Peter Jackson, já falou sobre uma continuação: o roteiro incluiria O templo do Sol e As sete bolas de cristal (Omelete)
Curiosidades:
Art Spiegelman responde a pergunta que tantos já fizeram: por que os judeus aparecem como ratos em Maus? (The New York Review of Books)
O Viaje Na Leitura está sorteando um kit da Companhia das Letras em sua promoção de aniversário.
Resenhas:
Poemas, de Wislawa Szymborska: ”Esbarro, distraidamente, em versos da poeta polonesa Wislawa Szymborska. Versos que — eis o que me assombra — parecem a mim destinados. Como se eu os recebesse em uma carta lacrada de que fosse o único destinatário. E eles contivessem um segredo que não diz respeito a mais ninguém, a não ser a mim mesmo.” (José Castello, O Globo)
Jovens de um novo tempo, despertai!, de Kenzaburo Oe: “Oe escreve com a fluidez de quem está muito próximo e íntimo ao tema.” (Marta Barbosa, UOL)
Solar, de Ian McEwan: “Não tem jeito: depois que se lê Solar, é impossível resistir à tentação de dizer que Ian McEwan é o melhor escritor da atualidade.” (Sérgio Vaz, 50 anos de textos)
O anexo, de Sharon Dogar: “depois de ler O diário de Anne Frank tantas vezes, O anexo foi um lindo e triste conto de amor e perda e se encaixa perfeitamente no buraco que Peter era antes” (Maeva, Murphy’s Library)
Maus, de Art Spiegelman: “Maus é obrigatório nas estantes de quem gosta de quadrinhos, literatura, reportagens ou seja quem gosta de uma grande história.” (Rafael, O Espanador)
Infiel, de Ayaan Hirsi Ali: ”Diante de um sistema massacrante, feito de costumes e leis rígidos, esta mulher resolveu erguer os olhos e encarar o mundo em vez de abaixar a cabeça. Em um texto ora comovente, ora chocante, Ayaan nos brinda com um retrato vívido e pungente de um mundo que fechamos os olhos para tentar não ver.” (Danilo, Literatura de Cabeça)
Loja da Companhia das Letras por Livraria Cultura será o ponto de encontro na noite de domingo
Após o grande sucesso da pré-venda da biografia de Steve Jobs pelo site www.livrariacultura.com.br, a loja da Companhia das Letras por Livraria Cultura iniciará a venda do livro a partir da 00h01 da segunda-feira, 24 de outubro. Além da abertura e ambientação para essa venda especial, os 50 primeiros clientes que chegarem ganharão o pôster exclusivo da capa do livro.
Para mais informações entre em contato com a assessoria de imprensa da Livraria Cultura.
Cidade: São Paulo/SP Data e Hora: Segunda-feira, 24 de outubro 00h01 Loja: Companhia das Letras por Livraria Cultura – Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – Bela Vista
Informações importantes:
*A loja da Companhia das Letras por Livraria Cultura ficará aberta em caráter especial das 00h01 às 02h00 da madrugada de segunda-feira 24 de outubro. Retomando suas atividades normais a partir das 09h00 às 22h00 do mesmo dia.