5 coisas que você vai saber sobre Michelle Obama em "Minha história"

 

Minha história, de Michelle Obama, é o relato íntimo e poderoso da ex-primeira dama dos Estados Unidos, no qual, pela primeira vez, ela conta toda a sua história em suas próprias palavras — da infância no South Side de Chicago à vida em família na Casa Branca. Aqui estão cinco fatos que o livro nos ensinou sobre uma das mulheres mais inspiradoras dos nossos tempos.

 

1. É determinada desde pequena.

Depois que Michelle Robinson, aos cinco anos, errou a resposta de um exercício de soletrar cores no Jardim de Infância, ela ficou obcecada, sem conseguir dormir, deitada em sua cama com bichinhos de pelúcia ao redor: “O constrangimento parecia um peso”, recorda, “algo do qual nunca conseguiria me livrar.” Na manhã seguinte, ela imediatamente pediu que a professora lhe desse outra chance, e gabaritou. “Hoje gosto de imaginar que a sra. Burroughs ficou impressionada com aquela menininha negra que tivera coragem de se defender”, diz ela.

2. Alguém lhe disse que ela não entraria para Princeton.

Quando estava no último ano do ensino médio e entre os 10% melhores alunos da turma, a orientadora de Michelle Obama lhe disse que não tinha certeza de que ela tinha “o perfil de Princeton”, a sua primeira opção de universidade. Enquanto a maioria dos alunos ficaria arrasada, ela mais uma vez sentiu-se determinada, mudando de tática e indo em busca de uma carta de recomendação do diretor assistente. “Não deixaria a opinião de uma pessoa desfazer tudo o que eu achava de mim mesma”, lembra ela.

3. Ela uma vez levou a filha ainda bebê numa entrevista de emprego.

Ao decidir voltar a trabalhar depois do nascimento da filha Sasha, Michelle Obama fez a uma entrevista de emprego para o cargo de diretora executiva de um hospital local. Sem conseguir alguém para ficar com a menina, chegou com um bebê de três meses a tiracolo. Conforme recorda, “Ela fazia parte da minha vida.

O que eu estava dizendo era: Aqui estou eu, e aqui está também minha bebê.” Ela assumiria a vaga, mas aquilo não foi o mais importante, lembra ela: “Qualquer que fosse o resultado, eu sabia que pelo menos tinha feito algo de bom por mim mesma ao deixar claras minhas necessidades.”

4. O projeto da horta na Casa Branca era mais que uma campanha. Era uma missão.

Depois de persuadir o Serviço Nacional de Parques, responsável pelos jardins, Michelle Obama desfez um pedaço de um dos gramados mais icônicos do mundo e plantou uma vasta seleção de frutas e vegetais — uma plataforma de lançamento simbólica para sua luta contra a obesidade infantil e em defesa de um país mais saudável.

“A administração de Barack estava concentrada em melhorar o acesso da população a serviços de saúde, e a horta era minha maneira de transmitir uma mensagem paralela sobre viver de forma saudável” revela ela. “A horta era simples, próspera e saudável, um símbolo de diligência e fé. Era linda e ao mesmo tempo poderosa.”

5. Ela quebrava regras.

No dia 26 de junho de 2015, a Suprema Corte dos Restados Unidos proferiu a decisão de que casais do mesmo sexo teriam o direito de se casar em todos os cinquenta estados do país. Olhando pela janela da Casa Branca naquela noite, Michelle Obama notou que uma multidão se reunira do lado de fora para ver a famosa residência iluminada com as cores do arco-íris, em referência à bandeira do orgulho gay. “De repente, fiquei louca de vontade de participar da comemoração” lembra ela, que, depois de pegar a filha mais velha, Malia, apressou-se na direção dos jardins, ignorando o protocolo de avisar os agentes do Serviço Secreto. De seu canto particular, mãe e filha contemplavam o endereço mais famoso do mundo — e sua residência — iluminada com as cores do orgulho gay, da mesma forma que todos a estavam vendo.

 

Saiba mais em Minha história

 

Neste post