Semana trezentos e quarenta



Companhia das Letras

Pós-capitalismo, de Paul Mason (tradução de José Geraldo Couto)
A tecnologia da informação transformou o mundo contemporâneo. Trata-se uma revolução conduzida pelo capitalismo, mas com potencial para reduzir ao mínimo o valor de mercadorias que no passado valiam milhões - e com isso destruir uma economia baseada em mercados, salários e propriedade privada. De maneira quase imperceptível, em nichos e lacunas do sistema de mercado, setores da vida econômica começam a se mover num ritmo diferente. Muitas pessoas, em várias partes do mundo, estão mudando o modo como vivem e se comportam. À medida que o terreno se move, novos caminhos se abrem para o futuro. É disso que trata este livro.

Clarice,, de Benjamin Moser
Este livro, lançado originalmente em 2009, deu aos brasileiros uma nova imagem de Clarice Lispector e consagrou sua obra no exterior. Se hoje Clarice é uma figura mítica das letras brasileiras - bela, misteriosa e brilhante -, sua vida foi recheada de percalços que a tornam mais complexa do que mostra a imagem oficial. Ao empreender uma síntese inédita entre vida e obra de uma autora clássica, Benjamin Moser deu uma contribuição de extrema importância para a cultura brasileira.

Quadrinhos na Cia.

Mensur, de Rafael Coutinho
Um dos artistas mais talentosos do quadrinho brasileiro, Rafael Coutinho volta à forma longa neste que é seu mais ambicioso trabalho desde Cachalote, romance gráfico criado em parceria com o romancista Daniel Galera. Em Mensur, Coutinho conta a história do Gringo, um andarilho que percorre cidades brasileiras em busca de bicos e trabalhos manuais. Todavia, o Gringo é também um dos últimos praticantes do mensur, uma luta de espadas surgida na Alemanha do século XV entre estudantes universitários. Enquanto lida com seus próprios fantasmas e obsessões, um caso amoroso pode colocá-lo em conflito com seu passado e com segredos que jamais deveriam vir à tona. Um dos mais originais e impressionantes trabalhos do quadrinho brasileiro, Mensur é uma saga pessoal e um épico íntimo da busca por um lugar e, sobretudo, por algum tipo de paz.

Seguinte

A prisão do rei, de Victoria Aveyard
Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta - e de sua prisioneira. Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.
 

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