Conhecer um mundo

Por Carol Bensimon

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Há pouco menos de um ano, estou fazendo pesquisa para um novo romance, e é provável que conte isso agora porque é difícil ocupar minha cabeça com qualquer outro assunto ultimamente. Nessa primeira etapa da dita pesquisa, estou lendo muitos livros (sobretudo não-ficção), assistindo filmes, documentários, vídeos caseiros e indo atrás de matérias em velhos jornais e revistas. É engraçado, pois sempre me pareceu que eu tinha feito “pesquisa” em meus livros anteriores, e de certa forma tinha, eu visitei cidades, falei com funcionários de uma serraria, consultei advogados, fotografei uma rua, escolhi um prédio, li sobre narrativas de estrada, Le Corbusier, procurei fotos de cabelos descoloridos, mas nada disso se compara ao que estou vivendo agora com esse novo projeto. Digamos que a narrativa em questão é mais exigente que as outras porque trata de um contexto muito peculiar e completamente distante da minha realidade. E dominar esse contexto significa conhecer a dinâmica socioeconômica, a arquitetura, as estruturas de poder, a vegetação, o clima e algumas décadas de História de um lugar que não é o meu.

Além disso, posso sempre pensar que centenas de escritores seriam mais capacitados do que eu para escrever sobre esse assunto, eu, uma pessoa do sul do Brasil querendo entender o norte da Califórnia. Para quem cresceu cercado de redwoods, com vizinhos plantando maconha e maçãs orgânicas, esse é o cenário primeiro, a casa, o lugar das memórias de infância, enquanto eu não tinha sequer uma imagem mental dessa região até três anos atrás. Mas acaba que, no fundo, me enxergar em desvantagem é estimulante, porque obviamente me faz trabalhar mais. Fora isso, talvez haja algo a ser celebrado no meu estrangeirismo (o espanto pode render mais que a familiaridade?). A ver.

Acho que é irrelevante saber por que estou escrevendo esse livro (eu também não sei), como é irrelevante saber o por quê de qualquer autor escrever tal livro e não aquele outro (que não existirá), a não ser que estejamos muito interessados em psicologia e pouco interessados em literatura. Digo isso apenas porque percebo que alguns acham um mistério o fato de eu estar empenhada em um livro que vai dar um trabalho danado e que, de quebra, aparentemente não reflete em nada minha vida ~interior~. Fico me perguntando às vezes se a questão se colocaria a um escritor homem — como se se partisse do pressuposto de que há sempre um objetivo “terapêutico” na escrita da mulher, mais do que qualquer outro — mas aí me dá uma preguiça enorme do debate e eu desisto a tempo. Em todo o caso, fica a pergunta: será que é esperado que as escritoras mulheres privilegiem o mundo interior, encolhendo assim o mundo externo?

O que sei é que ver uma fatiazinha de conhecimento nascer e se expandir dentro da minha cabeça é uma das coisas mais bonitas que eu já experimentei. Partir do quase zero, procurar entender em linhas gerais, depois buscar livros obscuros em viagens e perceber que a soma deles já me faz desenhar mentalmente uma linha do tempo dos últimos cinquenta anos de História, reconhecer nomes de arbustos, cidades, a vida de figuras reais que quase ninguém se lembra, helicópteros, tipos de camuflagem, comunidades hippies do fim dos anos 60, referendo de 1996, referendo de 2010, desobediência civil, seca, ter aprendido sobre tudo isso a ponto de estar mais ou menos apta a ver os pontos fracos e a aparente falsidade de uma série-documentário do Discovery Channel, e tentar conectar esse conhecimento de algum jeito enquanto pessoas muito queridas me ajudam na missão de comprar um carro usado em Los Angeles e conseguir uma cabana para o outono no condado de Mendocino: coisas deliciosas de meu deus.

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Carol Bensimon nasceu em Porto Alegre, em 1982. Publicou Pó de parede em 2008 e, no ano seguinte, a Companhia das Letras lançou seu primeiro romance, Sinuca embaixo d’água (finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura). Seu último livro, Todos nós adorávamos caubóis, foi lançado em outubro de 2013. Ela contribui para o blog com uma coluna mensal.

Prepare-se para a Flip

Hoje tivemos a coletiva da Festa Literária Internacional de Paraty, que anunciou os convidados de sua 13ª edição. Em 2015, a Flip vai acontecer entre os dias 1º e 5 de julho e tem como autor homenageado Mário de Andrade. A Companhia das Letras e a Objetiva têm diversos autores entre os convidados deste ano. Conheça!

Roberto Saviano

FESTIVAL ECONOMIA EDIZIONE 2010

Nascido em Nápoles, em 1979, Roberto Saviano é autor de Gomorra (Bertrand Brasil, 2008), livro polêmico que o fez ser jurado de morte pela máfia italiana após sua publicação. Gomorra foi traduzido em mais de quarenta países, ultrapassou 10 milhões de exemplares vendidos e originou o filme de mesmo nome, vencedor do Grand Prix do Festival de Cannes em 2008. Saviano também é autor de A máquina da lama (Companhia das Letras, 2012), e Zero zero zero (Companhia das Letras, 2014), livro em que narra detalhes do mercado mundial e milionário da cocaína. Na Flip, Saviano irá falar sobre a máfia e o narcotráfico.

Colm Tóibín

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Um dos principais nomes da ficção estrangeira, o irlandês Colm Tóibín ganhou o Costa Book Award e o Los Angeles Times Book Prize, entre diversos outros prêmios. É autor de seis livros, todos publicados no Brasil pela Companhia das Letras: A luz do farol (2004), O mestre (2005), Mães e filhos (2008), Brooklyn (2011) — que ganhou uma adaptação para os cinemas — e O testamento de Maria (2013). Seu romance mais recente, Nora Webster, está nas listas de melhores livros de 2014 dos principais jornais e revistas literárias, e chega em junho às livrarias brasileiras. O autor vive em Dublin e em Nova York.

Eucanaã Ferraz

Eucanaã Ferraz

Eucanaã Ferraz nasceu no Rio de Janeiro em 1961. É autor de, entre outros, Martelo (1997), Desassombro (2002) — vencedor do prêmio Alphonsus Guimarães, da Biblioteca Nacional, de melhor livro de poesia de 2002 — e Cinemateca (2008). É professor de literatura brasileira na Universidade Federal do Rio de Janeiro e, além de autor, também foi organizador de livros como Letra só (2003) e O mundo não é chato (2005), de Caetano Veloso. É coordenador editorial da Coleção Vinicius de Moraes. Seu livro de poemas mais recente, Escuta, foi lançado março deste ano. Na Flip, Eucanaã vai participar da mesa “A Cidade e o Território”, um diálogo entre arquitetura e literatura brasileira com Antonio Risério.

Ngũgĩ wa Thiong’o

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Ngũgĩ wa Thiong’o é um escritor queniano. A sua obra inclui novelas, peças teatrais, contos e ensaios, da crítica social à literatura infantil. Um grão de trigo, publicado originalmente em 1967, será lançado no Brasil pela Alfaguara em junho e trata do difícil processo de independência do Quênia. O autor participa da mesa com Richard Flanagan sobre literatura no Hemisfério Sul.

Eduardo Giannetti

Eduardo Giannetti, filósofo.

Eduardo Giannetti nasceu em Belo Horizonte em 1957. É formado em economia e em ciências sociais pela USP e PhD em Economia pela Universidade de Cambridge. Foi o vencedor do Prêmio Jabuti de 1994 na categoria Estudos Literários (Ensaio) com o livro Vícios privados, benefícios públicos?, e no Jabuti de 2006 ficou em segundo lugar na categoria Economia, Administração, Negócios e Direito com O valor do amanhã. Giannetti participa de uma conversa sobre a mente na mesa com o neurocientista Sidarta Ribeiro.

José Miguel Wisnik

Jose Miguel Wisnik1 - 2008 ©Adriana Vichi

Nasceu em São Vicente, São Paulo, em 1948. É professor de literatura brasileira na Universidade de São Paulo, além de pianista e compositor. Pela Companhia das Letras, publicou O som e o sentido — Uma outra história das músicas (1989) e Veneno remédio — O futebol e o Brasil (2008). Também selecionou e escreveu o prefácio do livro Poemas escolhidos de Gregório de Matos (2010). Em sua mesa, que encerra a Flip 2015, fará um retrato de Mário de Andrade, autor homenageado desta edição.

Rafael Campos Rocha

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Nascido em São Paulo, em 1970, Rafael Campos Rocha já trabalhou como produtor gráfico, desenhista de animação, professor de história da arte, cenógrafo, artista plástico, cartunista e ilustrador. Em 2012 lançou pela Quadrinhos na Cia. a sua primeira graphic novelDeus, essa gostosa, em que Deus assume a forma de uma mulher negra, proprietária de um sex-shop, ligada nos movimentos mais exóticos (e esotéricos) do assim chamado amor carnal. Vai participar da mesa com Riad Sattouf, ex-colaborador da Charlie Hebdo, sobre batalhas culturais nas HQs.

Arnaldo Antunes

ANTUNES, Arnaldo

Músico, compositor, artista visual e poeta, Arnaldo Antunes nasceu em São Paulo em 1960 e foi integrante da banda Titãs até 1992. Entre projetos solo e com outros músicos, é um dos principais compositores brasileiros. Já tem 18 livros publicados, entre eles As coisas, que ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia em 1993. Em junho, lança pela Companhia das Letras Agora aqui ninguém precisa de si. Rock e poesia se unem na mesa com o autor e a estreante Karina Buhr.

Roberto Pompeu de Toledo

Roberto Pompeu de Toledo, São Paulo, 2015.

Roberto Pompeu de Toledo nasceu em São Paulo. Desde 1991 assina uma coluna na revista Veja. Trabalhou no Jornal da Tarde, no Jornal da República, na revista Isto É e no Jornal do Brasil. É autor de reportagens sobre política, cultura e história e autor dos livros A capital da solidãoA capital da vertigem, que chega em breve nas livrarias. Participa da mesa “Como era a cidade em que o Mário viveu?”.

Reinaldo Moraes

REINALDO MORAES

Nasceu em São Paulo, em 1950. Estreou na literatura em 1981 com Tanto faz e depois publicou Abacaxi (1985) — reeditados em 2011 num volume único pelo selo Má Companhia. Passou dezessete anos sem publicar ficção, até lançar o romance juvenil A órbita dos caracóis (2003), os contos de Umidade (2005), a história infantil Barata! (2007) e o romance Pornopopéia (2009, Objetiva). Reinaldo Moraes vai participar da mesa Os Imoraes sobre literatura erótica e pornográfica.

Confira a programação completa da Flip.

Nas fileiras de Knausgård

Por Guilherme da Silva Braga

Karl Ove Knausgard copy Maria Teresa Slanzi_2014

Foto: Maria Teresa Slanzi

No fim de 2012 me juntei às fileiras de Knausgård. De lá para cá, traduzi Um outro amor e A ilha da infância, e agora estou mais ou menos na metade da tradução do quarto volume de Minha luta, ainda sem título em português. Entre uma tradução e outra, li entrevistas com Knausgård e procurei resenhas sobre os livros de Knausgård. Tive a oportunidade de fazer viagens à Noruega, onde conversei com todo tipo de gente sobre Knausgård, escrevi um pequeno artigo sobre Knausgård, ouvi autores de literatura contemporânea norueguesa falarem sobre Knausgård e vi o próprio Knausgård entrevistar e ser entrevistado por outros autores. Comecei a ler Sjelens Amerika, a interessante coletânea de artigos escritos por Knausgård, e peguei um autógrafo de Knausgård no meu exemplar. Cheguei a pedir uma entrevista a Knausgård.

Apesar de tudo isso, continuo tendo problemas para dar uma resposta firme quando me perguntam no que consiste a série de romances autobiográficos Minha luta. A pergunta é mais do que justificada: seria difícil encontrar um leitor disposto a embarcar numa jornada de mais de 3.500 páginas a não ser que saiba onde que está se metendo. E — como em muitos outros casos — o autor em pouco ou nada ajuda a explicar a obra.

Segundo o New York Times, quando Knausgård esteve dando entrevistas nos Estados Unidos durante o ano passado, um membro da plateia perguntou sobre o que era o livro. Knausgård respondeu que Minha luta era “um livro normal sobre uma vida normal”. Parece-me que seria necessário ter lido pelo menos um dos volumes da série para compreender o quanto essa resposta é precisa, apesar do aparente descaso. Afinal, seria totalmente razoável dizer que nada de extraordinário acontece no livro. Knausgård simplesmente narra os acontecimentos de sua própria “vida normal” e gasta centenas de páginas com descrições extremamente minuciosas de atividades cotidianas que ocupam a maior parte de nossa vida, mas em geral passam em branco — como ir ao supermercado, dar uma volta no quarteirão para esticar as pernas ou lavar a louça.

A rigor, Minha luta não tem história. Esse definitivamente não é um livro para quem se interessa por conteúdo em literatura: qualquer resquício de enredo que se encontre nessas páginas não deve ser muito diferente do que já acontece na vida do leitor.

No entanto, o projeto de Knausgård consiste justamente em explorar a mediocridade de uma “vida normal” para ver o que se esconde um pouco mais no fundo. Ao abrir mão dos temas grandiosos e da pretensão que em geral os acompanha, Knausgård cria um gigantesco espaço vazio que aos poucos se enche de recordações e reflexões sobre coisas pequenas, mas absolutamente definidoras do que é uma vida. E assim escreve longamente sobre como é sair para almoçar com um amigo; como é arranjar o primeiro emprego; ou ainda como é se apaixonar por uma garota. É quase impossível não se identificar com os acontecimentos narrados, porque são quase todos absolutamente corriqueiros.

O que torna Minha luta um livro singular é a maneira como Knausgård analisa essa “vida normal”: nada parece ser tão pequeno ou tão insignificante a ponto de não merecer atenção, e assim a voz narrativa se vê livre para discorrer de maneira incansável sobre absolutamente tudo o que acontece na vida do narrador ou que lhe desperta a curiosidade. O leque de temas vai desde a atração sentida por uma mulher desconhecida até questionamentos sobre a maneira como tratamos os cadáveres dos mortos, passando por observações sobre o prazer de tomar uma cerveja ou o momento em que pegamos um ovo cozido e o abrimos para descobrir se a gema está dura ou mole.

É com essa sucessão de trivialidades entremeadas por comentários muitas vezes longos de cunho mais ou menos filosófico (e aqui emprego o termo no sentido preciso que adquire em uma mesa de bar), apresentados em um estilo sarcástico e pessimista, que Knausgård se propõe a descobrir com o que se parece um espécime de vida normal quando visto sob as lentes de um microscópio. E assim o leitor é surpreendido por uma visão de contornos pequenos e banais que adquire, durante o tempo em que se dispuser a observá-los de perto, um aspecto grandioso e imponente — a visão da grandeza de nossa singela luta cotidiana.

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Guilherme da Silva Braga é licenciado em Letras (português-inglês), mestre em Literatura Comparada e doutorando em Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desde 2005 dedica-se à tradução literária, e nesse período traduziu obras clássicas e modernas a partir do inglês, do sueco e do norueguês para diversas editoras brasileiras. Em 2013 foi tradutor residente do Trinity College Dublin e da Ireland Literature Exchange.

Parabéns, Rubem Fonseca

Por Luiz Schwarcz

RUBEM FONSECA

Parabéns a Rubem Fonseca, que hoje completa 90 anos.

A amizade e o relacionamento profissional que tivemos por tantos anos mudou as nossas vidas.

Marque na agenda

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Pré-estreia da FestiPoa Literária
Terça-feira, 12 de maio, às 19h
Bernardo Carvalho, autor de Reprodução, participa da pré-estreia da 8ª edição da FestiPoa Literária.
Local: Goethe-Institut — Rua 24 de Outubro, 112 — Porto Alegre, RS

Lançamento de Brasil: Uma biografia
Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa M. Starling autografam Brasil: Uma biografia em São Paulo e Belo Horizonte. Confira as datas:

  • Terça-feira, 12 de maio, às 19h
    Lançamento com exibição do curta de animação do livro e debate das autoras com participação do historiador Boris Fausto.
    Local: Sesc Consolação — Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque — São Paulo, SP
  • Quinta-feira, 14 de maio, às 16h
    Com visita guiada no Memorial Minas Gerais Vale, o lançamento terá debate com Newton Bignotto e Wander Melo Miranda, além de sessão de autógrafos com as autoras. Para participar da visita guiada, inscreva-se pelo e-mail universitarios@companhiadasletras.com.br
    Local: Memorial Minas Gerais Vale — Praça da Liberdade, Savassi — Belo Horizonte, MG

Lançamento de Atitudes empreendedoras
Carlos Hilsdorf lança pela Portfolio-Penguin o livro Atitudes empreendedoras em Blumenau e Nova Lima.

  • Terça-feira, 12 de maio, às 19h30
    Local: Teatro Carlos Gomes — Rua XV de Novembro, 1181, Centro — Blumenau, SC
  • Quinta-feira, 14 de maio, às 19h30
    Local:  Teatro Municipal de Nova Lima — Praça Bernardino de Lima, Centro — Nova Lima, MG

Seminário com Mariana Mazzucato
Quarta-feira, 13 de maio, às 13h30
Autora de O Estado empreendedor, Mariana Mazzucato participa do 6º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria falando sobre Financiamento e Inovação.
Local: WTC Golden Hall — Av. das Nações Unidas, 12559, Brooklin Novo — São Paulo, SP

Palestra com Rosa Freire Furtado
Quinta-feira, 14 de maio, às 19h30
Rosa Freire Furtado fala sobre a obra de Celso Furtado em palestra no Sesc. Veja como se inscrever.
Local: Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista — São Paulo, SP

Encontro em Quadrinhos com Fábio Moon e Gabriel Bá
Sexta-feira, 15 de maio, às 20h
Fábio Moon e Gabriel Bá conversam sobre quadrinhos e autografam Dois irmãos em Goiânia.
Local: Fnac do Flamboyant Shopping Center — Av. Jamel Cecílio, 3.300 — Goiânia, GO

Encontro de fãs de A herdeira
Para comemorar o lançamento de A herdeira, quarto livro da série “A seleção”, fãs de Kiera Cass se reúnem em várias cidades do Brasil para falar sobre os livros! Veja a programação:

  • Sábado, 16 de maio, às 13h30
    Local: Saraiva MegaStore do Shopping Praia de Belas — Av. Borges de Medeiros, 90110 — Porto Alegre, RS
  • Sábado, 16 de maio, às 14h
    Local: Saraiva MegaStore do Shopping Center Norte — Rua Treze de Maio, 1947 — São Paulo, SP
  • Sábado, 16 de maio, às 14h
    Local: Livraria Saraiva do Shopping Recife — R. Padre Carapuceiro, 777 — Recife, PE
  • Sábado, 16 de maio, às 14h
    Local: Saraiva MegaStore do Belém Boulevard Shopping — Avenida Visconde de Souza Franco, 776 — Belém, PA
  • Sábado, 16 de maio, às 14h
    Local: Livraria Saraiva do Shopping Midway Mall — Avenida Bernardo Vieira , 3.775 — Natal, RN
  • Sábado, 16 de maio, às 14h
    Local: Saraiva MegaStore Manauara Shopping — Av. Mario Ypiranga Monteiro, 1300 — Manaus, AM
  • Sábado, 16 de maio, às 14h
    Local: Saraiva MegaStore Shopping da Bahia — Avenida Tancredo Neves, 148 — Salvador, BA

Encontro de fãs de Doctro Who
Sábado, 16 de maio, às 15h
Fãs de Doctor Who se reúnem para comemorar o lançamento de O prisioneiro dos Daleks.
Local: Livraria Cultura do Shopping Bourbon — Rua Turiassú, 2100 — São Paulo, SP

Lançamento de Malala, a menina que queria ir para a escola
Sábado, 16 de maio, às 16h
Adriana Carranca autografa o livro Malala, a menina que queria ir para a escola, em São Paulo.
Local: Livraria da Vila — Alameda Lorena, 1731 — São Paulo, SP

Dois irmãos na Mercearia São Pedro
Segunda-feira, 18 de maio, às 20h
Chegou a vez de a Mercearia São Pedro receber Fábio Moon e Gabriel Bá para mais um evento de lançamento de Dois irmãos.
Local: Mercearia São Pedro — Rua Rodésia, 34, Vila Madalena — São Paulo, SP