3 livros para lembrar Martin Luther King

“A liberdade sempre foi uma coisa cara. A história é um testemunho idôneo de que a liberdade raramente é conquistada sem sacrifício e abnegação.” Martin Luther King

Orador carismático, os sermões do reverendo Martin Luther King inspiraram milhares de pessoas e entraram para a história. Um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros, ele foi assassinado em Memphis, no Tennessee, em 4 de abril de 1968. Um segregacionista atirou em King momentos antes de uma marcha.

Grande inspiração quando se fala da luta por igualdade, Martin Luther King também ganhou um feriado nacional em sua homenagem, oficializado na década de 1980, e que acontece sempre na terceira segunda-feira de janeiro, data próxima ao seu aniversário.

Um dos maiores símbolos da luta por igualdade, justiça e paz da humanidade, Martin Luther King liderou uma revolução que mudou os Estados Unidos e influenciou o mundo inteiro. Por sua política de resistência e transformação social através da não violência tornou-se umas das pessoas mais jovens a receber o Prêmio Nobel da Paz.

Confira nossas dicas de leitura para saber mais sobre esse ícone:

A autobiografia de Martin Luther King, de Clayborne Carson e Martin Luther King

O grande líder foi retratado em primeira pessoa em A autobiografia de Martin Luther King, organizado por Clayborne Carson, historiador da Universidade Stanford e diretor do Martin Luther King Jr. Research and Education Institute. O livro contém textos inéditos autobiográficos, incluindo cartas e diários não publicados, assim como filmes e gravações, do grande líder norte-americano.

 

Martin e Rosa, de Raphaele e Zau

Para os pequenos leitores, nossa dica de leitura é Martin e Rosa, que conta de maneira acessível e colorida uma das histórias mais revolucionárias do século XX: a luta pelos direitos civis.

 

 

1968: eles só queriam mudar o mundo, de Regina Zappa e Soto Ernesto

Um verdadeiro almanaque do ano que moldou uma geração, o livro dos jornalistas Ernesto Soto e Regina Zappa também segue as conquistas e percalços do movimento dos direitos civis nos EUA, passando pela marcha de Selma a Montgomery, pelos Panteras Negras e o assassinato de Martin Luther King.

 

 

 

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