7 livros da Companhia entre os semifinalistas do Prêmio Oceanos 2019

 

Em evento com homenagem aos premiados Marília Garcia (Câmera lenta) e Bruno Vieira Amaral (Hoje estarás comigo no paraíso), o Prêmio Oceanos anunciou na noite de quinta-feira, 8, os semifinalistas da edição 2019. Dos 54 indicados — clique aqui e confira a lista completa —, 7 são títulos publicados pelo Grupo Companhia das Letras. Conheça os livros:


Cloro, de Alexandre Vidal Porto

Até que ponto é possível se esconder de si mesmo? Neste livro, uma tragédia familiar desestrutura a vida burguesa de um homossexual no armário. Um pequeno estudo sobre a força irresistível da sexualidade.


Enterre seus mortos, de Ana Paula Maia

om uma linguagem seca, que mimetiza as estradas pelas quais o romance se desenrola, a autora faz brotar questões existenciais de difícil resolução. O resultado é uma inusitada mescla de romance filosófico e faroeste que revela o poderoso projeto literário de Maia. 

 

Com armas sonolentas, de Carola Saavedra

Três mulheres vivenciam o exílio e o abandono, num desencontro de línguas, lugares e experiências, neste potente romance de formação.

 

Sebastopol, de Emilio Fraia

Este livro reúne três histórias distintas entre si, mas repletas de relações sutis que as unem. Juntas, formam uma narrativa múltipla que subverte a estrutura clássica de um conto ou uma novela, para criar um livro surpreendente.


De espaços abandonados, de Luisa Geisler

Um mosaico narrativo de várias vozes, um livro sobre procurar alguém e se perder no processo. Nele, Luisa Geisler constrói com maestria uma trama complexa com personagens envolventes que desafiam os limites das páginas.


A cidade dorme, de Luiz Ruffato

Luiz Ruffato adentra o labirinto das formas breves neste A cidade dorme. O volume reúne vinte narrativas escritas nos últimos quinze anos pelo autor. Juntas, compõem um painel poderoso sobre a passagem do tempo e as dinâmicas da família e da memória. 


O imortal, de Mauricio Lyrio

Ao somar à motivação subjetiva de cada ação humana sua dimensão política, o autor transita pelo universo das relações internacionais e pessoais, construindo uma história de amor, interesses e vaidades a partir de uma vertiginosa sobreposição de registros e camadas que não só flerta com o surreal mas expõe a inesgotável complexidade humana.

 

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