Livros para celebrar o Dia da Consciência Negra

“Em certo sentido, vivemos, em pleno século XXI, sob imagens de Palmares forjadas naquela luta por um passado que servisse de arma para libertação no presente. (...) Por outro lado, as desigualdades sociais seculares não se atenuaram, as hierarquias não se enfraqueceram, as estruturas patriarcais e oligárquicas tampouco.”

 

Trecho de Palmares, ontem e hoje, de Pedro Paulo Funari e Aline Vieira de Carvalho

Líder do que viria a ser o maior quilombo da colônia brasileira, Zumbi dos Palmares é um ícone de resistência do Brasil colônia. A data de sua morte, 20 de novembro, é conhecida pelo Brasil como Dia da Consciência Negra, e é um lembrete no calendário de que o país – e o mundo - têm um longo caminho a percorrer quando  se fala de igualdade e combate ao racismo.

Nos últimos anos, o debate sobre a necessidade de representatividade vem ganhando força em todo mundo. Que tal celebrar a data com livros sobre grandes personalidades que lutaram contra o preconceito e por uma sociedade mais justa?

Confira as nossas sugestões:

Palmares, ontem e hoje

Disponível exclusivamente em e-book, Palmares, ontem e hoje retoma a história do quilombo, e fala sobre sua estrutura. O livro mostra que, desde a época do quilombo, são os interesses e angústias do presente     que determinam as leituras dessa experiência social ainda marcante no imaginário dos brasileiros.

  

 

 

Chiquinha Gonzaga

Essencial para a formação da música popular brasileira, Chiquinha Gonzaga era filha de um importante militar com uma negra alforriada. Chiquinha foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, e sua música e estilo de vida livre foram considerados escandalosos. A biografia Chiquinha Gonzaga, de Edinha Diniz, conta a história dessa mulher que redefiniu a música brasileira. O livro está disponível em formato digital.

  

 

 

Jimi Hendrix por ele mesmo